Bandidos confessam ter matado cigano sequestrado; polícia prendeu dois ciganos envolvidos no crime

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ILHÉUS - A polícia Civil conseguiu desvendar o sequestro do o cigano Iranildo Gama Queiroz, conhecido como Iran, ocorrido no início de agosto. A polícia prendeu dois ciganos e quatro outras pessoas que participaram do sequestro. Nenhum dos presos teve o nome divulgado. 

Nos autos do Inquérito três pessoas ouvidas informam que a vítima foi morta. "A suspeita é que esquartejaram e botaram fogo e deram a cachorros", revelou uma fonte. A família da vítima duvida dessa informação.

Iran se encontrava no Bairro do Iguape, por um grupo de homens armados com pistolas, espingarda calibre 12, fuzil, utilizando camisas pretas com inscrição pintada em branco com o nome Polícia Civil. Os criminosos utilizaram um veículo FIAT TORO da cor branca; um FIAT PALIO da cor cinza, seguindo em fuga para a região da Península de Maraú.

Segundo a assessoria da Polícia Civil, os criminosos logo após o crime, ainda durante o cerco passaram a exigir a importância de cinco milhões de reais como condição de libertação da vítima. Na noite de 11 de agosto de 2017 Policiais Civis conseguiram identificar um imóvel alugado no bairro do São Domingos pelos seqüestradores como base logística, sendo apreendido objetos pessoais, documentos, munições de fuzil calibre 5,56, uma camisa preta com o nome da Polícia Civil (semelhante a usada pelos criminosos).

Familiares da vítima efetuaram o pagamento do resgate no valor de R$500 mil, na manha de 18 de agosto de 2017, na cidade de Salvador, como condição de libertação da vítima. Contudo, após a entrega do dinheiro, a vítima não foi libertada, e os contatos foram suspensos.

A Polícia Civil conseguiu identificar a agência e conta-corrente onde foi depositada a importância de R$155 mil logo após o pagamento do resgate. A investigação está sendo realizada pela 7a Coorpin de Ilhéus, com apoio do DRACO/PC, SI/SSP., com suporte dado pelo Ministério Público e 2a Vara Crime de Ilhéus.


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