PREVISÃO DO TEMPO

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Conquista registra 120º homicídio do ano; jovem executado em bar no Patagônia


Maurício Santos Júnior, conhecido apenas pelo apelido de "Mauricin pvtdoido", foi executado a tiros num bar na Avenida Itabuna, bairro Patagônia, em Vitória da Conquista. A polícia acredita que o crime tenha ligação com o tráfico de drogas. Nas redes sociais ele fazia apologia ao uso de drogas, por meio de fotos e postagens. Recentemente esteve preso, mas a polícia não informou o motivo (ou motivos). A vítima foi executada com tiros que atingiram o rosto. Comentários ligam essa vítima a uma outra, que foi executada num posto de lavagem de veículos, no mesmo bairro. Aguardem mais informações.

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QUAL A SUA OPINIÃO? - Herzem vai demolir "bigode de Pedral"; prefeito consultou técnicos de Curitiba para acabar com o histórico viaduto

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O prefeito Herzem Gusmão (PMDB) voltou a defender a demolição do histórico viaduto "bigode de Pedral", ponto de referência na Avenida Régis Pacheco, centro de Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador. 
Para por fim ao lendário espaço, ironicamente tratado como "o viaduto que une o nada a lugar algum", o prefeito quer inserir um espaço de convivência no espaço. Para tanto, anunciou em um programa de rádio que irá contratar técnicos de Curitiba, Paraná. 
"Técnicos de Curitiba estarão na cidade para planejar essa ideia", reforçou o gestor, em entrevista ao repórter Ricardo Costa, o popular Ricardo Gordo, da Rádio Brasil FM, na tarde desta sexta-feira (27).
Construído nos anos oitenta pelo ex-prefeito Pedral Sampaio,o viaduto é ainda fruto de outras piadas, como o de ser considerado como o maior "quebra-molas do mundo". Numa passagem estreita, que a princípio seria para o transito de pedestres, hoje tem intensa movimentação.

Ufba: PF encontra suspeitos de quadrilha na lista de inscritos em concurso

Plano de quadrilha que iria burlar o exame foi divulgado pelo Sudoeste Digital; prova está mantida
A Polícia Federal (PF) confirmou, na manhã desta sexta-feira (27), que encontrou, na lista de inscritos para o concurso da Universidade Federal da Bahia (Ufba), nomes ligados à organização criminosa da Paraíba, acusada pela Polícia Civil paraibana de fraudar mais de 100 concursos pelo Brasil. A denúncia de que o grupo se preparava para burlar o certame, que acontecerá neste domingo (29), foi publicada pelo Sudoeste Digital na terça-feira (24). Por enquanto, a prova está mantida.
De acordo com o superintendente regional da PF na Bahia, Daniel Justo Madruga, a corporação fez um cruzamento entre a lista de pessoas envolvidas e os nomes dos inscritos – a partir disso, foram encontrados tantos suspeitos de integrar a quadrilha quanto candidatos que seriam beneficiados pelo esquema. 
“Uma primeira etapa do cruzamento das listas já foi concluída, mas eles continuam para verificar quantas pessoas estão envolvidas”, afirmou o superintendente. Segundo ele, os números não serão divulgados por enquanto. A investigação começou a pedido do Ministério Público Federal (MPF), que também recebeu representações de candidatos solicitando apuração do caso.
Madruga reforçou que ainda não há nenhuma suspeição em relação à Ufba e ao Instituto AOCP, que é o responsável pela organização dos exames. “Se tratava de uma quadrilha que se inscreveria para resolver a prova de forma rápida e repassar as respostas para os demais candidatos. Isso não requer nenhum envolvimento do organizador da prova, nem das instituições envolvidas”, garante o superintendente. 
Superintendente da PF afirmou que efetivos vão estar nos locais de prova no domingo
(Foto: Divulgação/Polícia Federal)
No domingo, equipes da PF ficarão nos locais de prova e regiões próximas para verificar se existe algum tipo de fraude, já que as pessoas usam pontos eletrônicos para passar as informações. De acordo com o superintendente, a PF não acredita que a fraude vai ser concretizada, uma vez que integrantes da quadrilha foram presos e o esquema foi desestruturado. 
"No dia prova, a Polícia Federal vai estar com diversas equipes nos locais de prova. Estamos em contato com a Reitoria da Ufba e com a organizadora da prova, e qualquer atitude suspeita vai ser comunicada. Se não estivermos com equipe naquele local, nossas equipes vão ser acionadas", explicou o superintendente da PF na Bahia. Quem for pego fraudando a prova, vai ser preso em flagrante. 
O reforço na segurança no dia da prova dá um alívio aos candidatos, mas não tira totalmente a sensação do medo da fraude, como diz a fisioterapeuta Janaína Pacheco, 28 anos. "Eu acho que já deram o primeiro passo que foi investigar, colocaram uma segurança maior, mas não tira totalmente o medo de ter perdido o tempo estudando. A gente ainda fica com um certo receio", disse a candidata, que mora em Feira de Santana, e chega em Salvador neste sábado (28).
O receio é de que a prova acabe sendo cancelada depois, caso alguma fraude seja descoberta. "É uma coisa que a gente vai fazer com certo receio, pensar que perdi um tempo estudando e depois podem achar a fraude e cancelar a prova", explicou. 
Investigação
No entanto, como a reportagem mostrou, integrantes da quadrilha conseguiram fraudar o concurso do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJ-PE) ainda este mês. De acordo com o delegado Lucas Sé, que coordena a Operação Gabarito na Paraíba, 31 pessoas foram presas, mas há outras 40 que continuam sendo investigadas. As provas do TJ-PE aconteceram no dia 15. 
As investigações vão continuar após o domingo, para garantir que não houve nenhum ato ilícito na prova, de acordo com Madruga. "Essa medida é preventiva, mas a gente não pode garantir que vai reprimir 100% dos casos. Depois da prova, a gente prossegue a investigação, e se for identificado que houve fraude, essas pessoas vão ser responsabilizadas. Elas vão perder seus cargos e vão ser presas".
O Ministério Público Federal (MPF) está acompanhando o caso em duas frentes: criminal e cível. O procurador Oliveiros Guanais é o responsável pela parte criminal. Ele requisitou a instauração de um inquérito policial pela PF e a distribuição do processo para a área cível. Nesta sexta-feira (27), o MPF confirmou que o processo foi distribuído para 13º Ofício da Tutela Coletiva (área cível) e que o procurador Leandro Nunes irá apurar o caso.
A assessoria da Ufba informou que o posicionamento sobre o caso é o mesmo, com a prova mantida. No final da tarde desta quinta-feira (26), a Ufba reafirmou que as provas estão mantidas para o domingo e que a Polícia Federal está acompanhando o caso.
Confira a nota na íntegra:
"A Universidade Federal da Bahia tomou conhecimento de que vêm circulando pelas redes e veículos de imprensa, notícias sobre supostas fraudes que seriam executadas por quadrilhas organizadas para esse fim, no concurso público para servidor técnico-administrativo da universidade.
Mesmo sabendo que a quadrilha que vem promovendo ameaças aos concursos públicos no Brasil está sob investigação e monitoramento pela Polícia Federal, a instituição solicitou à Polícia Federal na Bahia especial atenção sobre o nosso concurso.
Também deu ciência à Procuradoria da República junto à Ufba e à AOCP, empresa responsável por toda a organização do concurso, para que ela não somente mantenha todos os cuidados necessários durante a realização das provas, como também acione o seu corpo jurídico para acompanhar o desenrolar das investigações.
Finalmente, reafirmamos que o concurso da Ufba está mantido na data programada, com a realização das provas no próximo domingo (29/10)".
(Com informações do Correio)

Governo do Estado adia obras da Casa Abrigo da Mulher em Conquista; vítimas de violência doméstica só devem contar com a unidade em 2019

Mulheres poderão ficar no local por até seis meses - Foto: Adilton Venegeroles | Ag. A TARDE
Três novas unidades da Casa Abrigo da Mulher serão instaladas em Salvador, Feira de Santana e Itabuna. As obras são resultado do investimento de R$ 1,4 milhão do governo estadual para a expansão do Serviço de Acolhimento para Mulheres Vitimas de Violência Doméstica, que começará em 2018.
Os municípios registram os maiores índices de mulheres acompanhadas pelos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Os projetos serão aprovados, na esfera municipal, até o final de novembro.
Dentre os critérios utilizados para a escolha dos municípios como sede das casas estão a oferta de serviços públicos, Creas e comarcas, além dos altos índices de violência contra as mulheres. A previsão é que mais duas sedes sejam criadas, em 2019, em Vitória da Conquista e Barreiras.
Ocorrências
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), foram registrados de janeiro a agosto deste ano 21.057 casos de violência contra a mulher na Bahia, sendo 7.240 na capital. Dentre os dados mais alarmantes estão 4.480 ameaças, 2.635 casos de lesão corporal dolosa, 25 homicídios dolosos e 71 estupros.
Cada casa de abrigo acolherá 60 mulheres em risco iminente de morte e filhos menores de 12 anos. Em Salvador, há apenas uma Central Estadual de Abrigo de curta duração (15 dias), com capacidade para 20 pessoas e não contempla mulheres em risco de morte. Em Feira de Santana há um abrigo.
As unidades começam o processo de estruturação a partir de janeiro de 2018, terão, no máximo, seis meses para iniciar o atendimento e receberão R$ 40 mil por mês.
As casas de abrigo acolherão mulheres por meio da Central de Acolhimento Estadual, que funcionará a partir de janeiro regulando as vagas e acionando os abrigos. Por questões de segurança, a depender do caso, as mulheres poderão ser enviadas para outros municípios.
Segundo a superintendente de Assistência Social do Estado da Bahia, Leísa Souza, os critérios de acolhimento são baseados no agressor. "É preciso saber se o agressor possui passagem pela polícia, histórico de abuso sexual, envolvimento com tráfico de drogas. Esses são alguns critérios que podem indicar que a vítima corre risco", explica.
R$ 14 mi
Este é o valor de investimento para a expansão do Serviço de Acolhimento para Mulheres Vitimas de Violência Doméstica

As mulheres poderão ficar no local por até seis meses e serão amparadas por uma equipe de psicólogos, assistentes sociais, além da assessoria jurídica. "Além do apoio social e psíquico, haverá uma equipe que irá atuar na preparação da reinserção social da vítima – em sua rotina e no mercado de trabalho – quando sair do abrigo. O acompanhamento continua após a saída", afirma a superintendente.
As crianças são monitoradas por educadores, que serão fonte de informação durante o período em que estiverem afastadas da escola.
Ainda de acordo com Leísa, um dos maiores problemas é que boa parte das vítimas não procura ajuda por vergonha ou medo dos agressores. Por isso a necessidade de capacitar profissionais da área de saúde para identificação de casos e acionar os setores de amparo. A ideia é, também, criar ações para o agressor no sentido de ressocialização e punição.
*Sob a supervisão da editora Meire Oliveira

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