PREVISÃO DO TEMPO

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Rui lidera pesquisa encomendada pelo DEM em Feira: Rui 17% x 9% ACM Neto

Foto: Manu Dias/ GOVBA

Números vazados no WhatsApp apontam o governador com 17% na consulta espontânea contra 9% de ACM Neto

O governador Rui Costa (PT) lidera uma pesquisa encomendada pelo prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho (DEM), para avaliar as intenções de voto na sua cidade em 2018.
De acordo com o levantamento realizado pelo instituto Ipex Bahia, o petista aparece em primeiro, com 17%, na consulta espontânea, quando não são listados os nomes dos candidatos.
O segundo colocado é o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), que tem 9%, seguido do próprio gestor feirense, que aparece com 6%.
De acordo com informações de fontes ligadas ao Palácio de Ondina, como a soma dos dois democratas juntos é de 15%, os dados, coletados no dia 10 de setembro, não serão oficialmente divulgados, mas foram vazados em grupos de WhatsApp.
Além de Ronaldo, outro que não deverá concorrer ao comando do Executivo baiano, o senador Otto Alencar (PSD), é a opção de 2% dos entrevistados. (Fonte: Bahia Já)

Traficante preso no Bairro Brasil tem perfil violento; ele manteve família refém e tentou matar esposa

VITÓRIA DA CONQUISTA - Deivisson Cordeiro Santos, de 28 anos, preso em flagrante nesta quarta-feira, 4, no Bairro Brasil, sob acusação de tráfico de drogas, tem um passado violento, que vai desde cárcere privado contra a própria família, passando por tentativa de homicídio contra a esposa e o filho, até porte ilegal de arma e assalto.

Velho conhecido da polícia, desta vez ele caiu novamente quando a Polícia Civil, por meio da Delegacia de combate a Tóxicos e Entorpecentes (DTE), que realizou uma busca em sua casa, no Bairro Brasil. Segundo a polícia, o local era utilizado para armazenar e vender drogas. Foram encontrados tabletes e fragmentos de maconha e papelotes com crack,  prontos para comercialização. Ele teria confessado ser dono da droga e de uma pistola 380.

Ele alega ter vendido a arma na feira do rolo em Conquista. Com extensa ficha criminal, ele foi preso em 2012 pela mesma prática e em 2014 por manter esposa e filho em cárcere privado, na própria residência, após desentendimento doméstico. Visivelmente trastornado, ele disse que mataria a esposa, filho e que tentaria contra a própria vida. 

O clima tenso se estendeu por duas horas, quando a polícia conseguiu entrar na residência após Deivisson desfalecer por ter se ferido na mão ao socar o vidro de uma janela da casa.


Contaminação de Amianto: MPF requer pagamento de indenização e tratamento das vítimas pela Sama

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Vítimas têm direito a pensão, plano de saúde, medicamentos e equipamentos necessários ao tratamento da doença a que foram acometidas pela contaminação

O Ministério Público Federal (MPF) em Vitória da Conquista (BA) requer que a Sama – Minerações Associadas – cumpra decisão judicial e garanta tratamento às 11 pessoas contaminadas pela extração de amianto na jazida “São Félix do Amianto”, município de Poções, a 464 km de Salvador. Os requerimentos de cumprimento provisório de sentença – um em nome de cada vítima – foram protocolados na Justiça Federal na segunda-feira, 2 de outubro.

Em decisão de 18 de agosto, a Justiça Federal determinou que a Sama deveria de imediato cumprir as seguintes obrigações: incluir as vítimas em plano de saúde com amplo atendimento na região Sudoeste da Bahia ou região onde morem, com cobertura de atendimento ambulatorial e hospitalar; pagar o valor de um salário mínimo e meio, mensal e vitaliciamente; fornecer medicamentos e equipamentos necessários ao tratamento da doença a que foi acometida cada pessoa contaminada.

Na sentença, a Justiça concedeu tutela antecipada aos pedidos, obrigando a mineradora a cumprir as determinações desde a data da publicação da sentença. Os pedidos de cumprimento de sentença protocolados visam garantir que a mineradora cumpra as obrigações e garanta tratamento às vítimas.
O MPF requer que a Sama cumpra as determinações judiciais, incluindo as parcelas vencidas e as vincendas relativas ao pagamento de um salário mínimo e meio.

Número para consulta processual: 2009.33.07.000988-3 – Subseção Judiciária de Vitória da Conquista

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal na Bahia

Carretas da JBS transportando gado para Itapetinga se perdem em Barra do Choça; rebanho seria de Geddel Vieira Lima

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Jussara Novaes ( Sudoeste Digital) - Cinco carretas da JBS, carregadas de gado oriundo de Goiás com destino a fazendas do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) em Itapetinga, segundo os motoristas, foram parar em Barra do Choça, sudoeste da Bahia, a 530 km de Salvador. De acordo informações, o GPS das carretas orientou os motoristas a acessarem a BA 265, em direção a Barra do Choça, sentido Caatiba.

O comboio seguiu pela rodovia, com destino às fazendas de Geddel na região de Itapetinga. Segundo o blogueiro Jorge Amorim, os caminhoneiros foram alertados por moradores de que a estrada Barra do Choça - Caatiba era de terra. Ele postou vídeo do comboio:


Isso obrigou os condutores a refazerem o trajeto e passar por Vitória da Conquista. "O comboio chamou a atenção dos moradores da Terra do Café, principalmente por se tratar de uma carga de gado do ex-ministro Geddel Vieira", observou Amorim. 

A reportagem do Sudoeste Digital tentou contato com a direção das fazendas e com a assessoria do ex-ministro mas até o momento não obteve respostas. Fontes informaram que a boiada era destinada ao frigorífico de Itapetinga, ams a empresa não confirmou essa informação.

NOVAS FOTOS - Funai nega que fazendas sejam antigos cemitérios indígenas; três seguem ocupadas


Comitiva apresentou documento de fundação em reunião com ministro. Em Itaju do Colônia, cacique e fazendeiro discutiram invasão; veja vídeo
Apenas três fazendas, das 27 que foram invadidas entre os dias 23 e 30 de setembro, permanecem ocupadas por índios na zona rural de Itapetinga, Itaju do Colônia e Pau Brasil, entre o Sudoeste e o Sul da Bahia. Uma delas é a Esmeralda, do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), o primeiro alvo dos invasores. 
A disputa continua provocando tensão entre fazendeiros e indígenas, em que os ocupantes alegam ser uma área sagrada para a etnia, pois se trata de um antigo cemitério indígena. A Funai nega. Além disso, uma reunião no Ministério da Justiça, nesta terça-feira (3), em Brasília, também pode ajudar a resolver a situação, e evitar possíveis conflitos.
Ministro da Justiça Torquato Jardim se reúne com comitiva baiana em Brasília(Foto: Divulgação)
Desocupações
Entre esta segunda e terça-feira, as polícias Civil e Militar realizaram uma operação nas propriedades de Itapetinga, Potiraguá e Itaju do Colônia para averiguar a informação de que eram grupos armados que tinham tomado posse das propriedades, em ações que os fazendeiros classificaram como ato de terrorismo.


No domingo passado, os grupos levaram diversos objetos de valor das fazendas, como TVs, rádios, celas, arreios, facas e facões, e fizeram de reféns alguns funcionários. Até comida uma das vítimas foi obrigada a fazer. Eles bloquearam ainda uma estrada com um caminhão quebrado, para dificultar o acesso.
A maior parte das fazendas ocupadas no domingo foi em Itaju do Colônia (14 propriedades) e Itapetinga (onze). Houve uma ocupação em Potiraguá e outra em Pau Brasil. Na área de Itapetinga, a maior parte das invasões foi de não índios, segundo a polícia.
“Esses grupos fugiram das propriedades à medida que íamos nos aproximando”, afirmou o delegado Antonio Roberto Júnior, coordenador da 21ª Coordenadoria de Polícia Civil em Itapetinga e segundo o qual a quantidade de fazendas ocupadas pode ser maior, pois a contagem oficial se dá somente quando há a queixa na delegacia.
Na Fazenda Esmeralda, o delegado disse que encontrou um grupo de 40 índios da etnia Pataxó Hã-hã-hãe que informaram estar realizando a ocupação de forma pacífica, 
“Eles nos disseram que não têm relação com as demais ocupações nas outras propriedades e permanecem por lá”, declarou.
A Esmeralda já tem pedido de reintegração de posse feito à Justiça desde a semana passada. Os índios alegam que a área é sagrada por haver três cemitérios indígenas na propriedade.
A defesa da família Vieira Lima afirma, contudo, que o cemitério é de não-índios. A Polícia Federal esteve nesta terça na propriedade, mas não deu informações sobre a ação. Está sendo investigado também o furto de 25 cabeças de gado de uma propriedade da família em Maiquinique, cidade vizinha a Potiraguá.
Outra fazenda alvo da operação da Civil e da PM foi a Tabajara, em Potiraguá e também pertencente aos Vieira Lima. Os ocupantes eram um grupo de 12 homens que disseram ser do desconhecido Movimento Livre da Terra (MLT).
Eles chegaram a afirmar para a polícia que iam permanecer na ocupação, contudo na tarde desta terça se retiraram da fazenda por medo de ações dos outros grupos que provocaram atos criminosos nas demais propriedades no domingo.
Durante a operação na Tabajara, o delegado disse que um homem foi preso por porte ilegal de arma de fogo. Ele estava com uma espingarda escondido em um cômodo do imóvel. Na fazenda, foram apreendidos uma espingarda sem cano, uma moto e dois veículos por irregularidades administrativas.
Reforço
Ainda segundo o delegado, cinco equipes das polícias Civil e Militar vão continuar fazendo rondas na região por tempo indeterminado, até que a ordem seja restabelecida. Outras duas equipes da Civil chegaram nesta terça a Itapetinga. “Estamos conclamando os donos das fazendas a reocuparem seus imóveis”, disse o delegado.
Nessa terça, o prefeito de Itapetinga Rodrigo Hagge (PMDB), aliado de Geddel, e o presidente do Sindicado Rural de Itapetinga Eder Rezende estiveram em Brasília, onde conseguiram apoio do Ministério da Justiça e da Fundação Nacional do Índio (Funai) na resolução dos conflitos.
Eles estiveram acompanhados do presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) João Martins da Silva Júnior, que também é presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), em reunião com o  ministro Torquato Jardim. Ele afirmou que determinará que as polícias Federal e Rodoviária Federal intensifiquem as ações de investigação e patrulhamento nas rodovias, objetivando identificar os grupos que realizaram os atos criminosos no final de semana.
Funai nega reivindicação territorial
Já a Funai, emitiu documento afirmando que “verificou que as referidas ocupações não guardam nenhuma conexão com as reivindicações territoriais dos povos 
indígenas da região, onde se localizam as Terras Indígenas Caramuru-Catarina Paraguaçu [em Itaju do Colônia] e Tupinambá de Olivença [entre Una, Ilhéus e Buerarema], nem com procedimentos administrativos referentes a regularização fundiária de competência desta Fundação”.

“Vamos usar essa declaração para reforçar na Justiça os pedidos de reintegrações de posse.


Consideramos esse documento uma grande vitória para os fazendeiros”, afirmou Eder Rezende.
O prefeito Rodrigo Hagge disse que retorna de Brasília com “sensação de dever cumprido” e a certeza de que restabelecerá “em breve a paz e tranquilidade na região.”
Em Itaju do Colônia, as ocupações foram por índios Pataxó Hã-hã-hãe, informou o delegado da cidade Miguel Cicerelli. “Fomos visitando as propriedades e eles iam saindo, de forma pacífica. Não tinham como permanecer no local. Eram grupos pequenos, de 10 a 15 índios em cada”, afirmou.
No território de Itaju é onde está a reserva indígena Caramuru-Catarina Paraguaçu, de 54 mil hectares. A área foi considerada de habitação tradicional indígena em 2012 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), após uma ação que durou 30 anos, uma das mais longas do tribunal.
“Os índios não estão dando conta dos 54 mil hectares e estão arrendando [alugando] as terras indígenas aos fazendeiros. Essa situação já se tornou comum aqui”, afirmou o delegado, segundo o qual as autoridades federais fazem vista grossa para o problema. A Funai e a PF em Ilhéus informaram que não tem conhecimento da situação.
Cacique x fazendeiro
A fazenda ocupada em Itaju é a Santo Antonio, pertence a José Elias Júnior e tem cerca de 800 hectares. Quando da invasão, no domingo, havia no local cerca de 400 cabeças de gado. “Mandei tirar somente as vacas leiteiras. Não sei quantos animais há hoje”, disse o fazendeiro, que esteve no local para falar com os indígenas.

Na conversa, registrada em vídeo, o cacique, que não teve o nome divulgado, deu a mesma justificativa para a ocupação realizada na fazenda de Geddel – a de que no local tinham supostos cemitérios indígenas, onde os antepassados teriam sido enterrados há mais de 100 anos. 
A distância entre as duas fazendas – a Esmeralda, de Geddel, em Itapetinga, e a Santo Antonio, em Itaju, é de cerca de 60 km. “Esse é um dos argumentos mais absurdos que já vi”, declarou José Elias, que diz já ter entrado na Justiça com o pedido de reintegração de posse.
A reportagem não conseguiu contato com o dono da fazenda ocupada em Pau Brasil, onde a Polícia Civil disse que recebeu nesta terça-feira a queixa de que ela foi tomada por dezenas de índios no domingo. Um agente da Civil informou que o caso será levado para a PF em Ilhéus. (Com informações de Mário Bittencourt)

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