PREVISÃO DO TEMPO

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Assaltante baleado em confronto com a polícia tem morte cerebral

obito-assalto
Foto: Divulgação l Polícia Militar
BRUMADO - Gilvan Carlos da Silva (Pimpão), de apenas 17 anos, o qual foi baleado na cabeça durante confronto com a Polícia Militar no dia 26 de setembro, teve morte cerebral decretada na manhã desta terça-feira (03) pela equipe médica do Hospital Professor Magalhães Neto. De acordo com a Polícia Militar, Gilvan levou um tiro na cabeça durante um cerco que foi montado contra ele, e mais três assaltantes que roubaram um veículo da Auto Escola Brumado, e acabou levando como reféns, a instrutora e um aluno. Após o roubo do veículo em Brumado, os meliantes se dirigiram ao distrito de Sussuarana, na cidade de Tanhaçu e assaltaram um supermercado. Diante das informações, a PM montou um cerco na BA-148, onde houve confronto, e Gilvan foi baleado. Gilvan recebeu os primeiros socorros da equipe de emergência do SAMU, sendo encaminhado em estado extremamente grave para o Hospital, onde passou por análise do clínico geral. A família do assaltante, explicou que Gilvan não respondia aos estímulos médicos, e passou por um procedimento contrastado para investigar se o cérebro ainda apresentava atividades. O procedimento não teve resposta, e a morte cerebral foi decretada. Mesmo com a morte cerebral, a equipe médica do HPMN, vai manter o corpo ligado aos aparelhos, até que a família decida o que fazer. ( 97 News )

EXCLUSIVO - FUNAI garante que ocupações na região de Itapetinga não são legítimas; órgão destaca que não há ligação com as reivindicações territoriais dos Povos Indígenas da Região

Em nota encaminhada ao Sudoeste Digital, no início da noite desta terça-feira, 3, a Fundação Nacional do Índio (Funai), assegura que as referidas ocupações em Itapetinga e região "não guardam nenhuma conexão com as reivindicações territoriais dos Povos Indígenas da Região, onde se localizam as Terras Indígenas Caramuru Paraguaçu e Tupinambá de Olivença, nem com procedimentos administrativos referentes a regularização fundiária de competência desta Fundação".

Na tarde desta terça uma forma tarefa, formada por agentes das polícias Federal, Civil e Militar foi dar cumprimento a um mandado de reintegração de posse na fazenda Tabajara, de propriedade da família de Geddel Vieira Lima, em Potiraguá.


VEJA O TEOR NA NOTA EMITIDA PELO ÓRGÃO


O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO E A DIRETORA DE PROTEÇÃO TERRITORIAL DA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO, no uso de suas atribuições legais e regulamentares dispostas nos artigos 37 e 165, do Regimento Interno da Funai, aprovado pela Portaria nº 666/PRES-Funai, de 17 de julho de 2017, declaram para os devidos fins que, Em reunião no Gabinete da Presidência da Funai, no dia 03 de outubro de 2017, as 11h30min, da qual participaram o Prefeito do Município de Itapetinga, Sr. Rodrigo Hagge, Presidente do Sindicato Rural do mesmo Município Sr. Eder Rezende, o Diretor de Administração da Funai Sr. Francisco José Nunes Ferreira, a Diretora de Proteção Territorial da Funai Azelene Inácio e o Presidente da Funai Sr. Franklimberg Ribeiro de Freitas, foi pautada a questão das recentes ocupações em propriedades particulares nos municípios de Itapetinga, Maiquinique, Itarantim e Potiraguá, no Estado da Bahia. A Funai realizou por meio de suas unidades descentralizadas e da área técnica, levantamento de informações atualizadas e verificou que as referidas ocupações não guardam nenhuma conexão com as reivindicações territoriais dos Povos Indígenas da Região, onde se localizam as Terras Indígenas Caramuru Paraguaçu e Tupinambá de Olivença, nem com procedimentos administrativos referentes a regularização fundiária de competência desta Fundação.

Encontro Nacional de Motociclistas movimenta Conquista e região; evento acontece entre os dias 5 e 8 deste mês

A imagem pode conter: 5 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé, montanha e atividades ao ar livre
Imagem: Acervo/Portal das Águas
Encontro acontece no Centro Glauber Rocha e deve atrair mais de 5 mil pessoas
Em parceria com 28 moto clubes da cidade, a Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista realiza a 2ª edição do Conquista Moto Rock – Encontro Nacional de Motociclistas. Cerca de 5 mil pessoas devem passar pelo Centro Glauber Rocha – Educação e Cultura entre os dias 5 e 8 outubro para prestigiar o evento. Além disso, mais de 150 moto clubes e 3 mil motocilcistas de diversas regiões do país já confirmaram presença no encontro.
A programação conta com estandes de exposição de veículos, acessórios, vestuários, peças e serviços. Uma oficina mecânica e elétrica, com borracharia e lavagem a vapor, também estará disponível. O encontro irá contar também com um parque infantil. Durante os quatro dias de evento, o público também poderá assistir aos shows musicais de bandas da cidade. Toda a programação é gratuita e qualquer pessoa pode participar.
Toda uma estrutura focada em saúde e segurança será montada durante o encontro. Um posto de saúde e uma ambulância estarão disponíveis no Centro Glauber Rocha. Além disso, o evento tem o apoio da Polícia Militar, Esquadrão Falcão, Polícia Rodoviária Estadual e Federal, 77º e 78º CIPM, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros.
Os visitantes que vierem até Vitória da Conquista participar do Conquista Moto Rock poderão ter acesso a uma estrutura de camping montada no interior do Ginásio de Esportes Raul Ferraz. Os campistas terão acesso a banheiro com água quente, material de higiene, pulseira de identificação individual, bem como adesivo para o veículo e a barraca, e segurança 24 horas. Serão disponibilizadas 200 vagas para o camping, e as inscrições serão feitas na recepção do evento, no Centro Glauber Rocha.
Luiz Oliveira, um dos organizadores do encontro, destaca que este é o maior evento do gênero na cidade e traz uma contribuição significativa para a economia, turismo e comércio local. “A gente acredita que, colocando Conquista no calendário nacional de moto turismo, realizando sempre esses encontros, a gente vai ter cada vez mais um acréscimo de receitas no município”, afirma. (Secom/PMVC)
Confira a programação completa do evento:
Quinta-feira08:00 – Abertura do camping
19:00 – Encontro das bandeiras
19:30 – Show Ladrões de Vinil
Sexta-feira09:00 às 18h00 – Recepção
18:00 – Show Chirlei Dutra Banda
20:00 – Show Tales Dourado (Redwood)
22:00 – Show Shau e os Anéis De Saturno
00h00 – Show Kessller e banda
Sábado
09:00 – Moto passeio do Esquadrão de Motociclistas Falcão na Serra do Marçal
09:00 às 12:00 – Recepção
14:00 – Show Banda Dr. Jó e Os Incríveis
17:00 – Show Elas Cantam Rock de A a Z
19:00 – Show Banda The Outsiders
21:oo – Show Banda On The Rocks
23:00 – Show Banda Excalibur
01:00 – Show Banda Bob Jeff

Domingo
11:00 – Despedida das bandeiras – Show Os Maluco Beleza
Praça de alimentação:
12:00 – Encerramento – Almoço

Rapaz morto no Bairro Brasil já havia escapado de diversas emboscadas

Allan Oliveira Amaral de 22 anos, conhecido como Allan Júnior, foi executado com um tiro no peito, na madrugada desta terça-feira (03), em sua residência na Av. Itabuna, no bairro Brasil.
Segundo relatou testemunhas para a Policia, os atiradores chamaram o nome de Allan, que ao sair na janela no 2º andar da casa, o individuo foi alvejado com um tiro no peito. Segundo a policia, o mesmo já teria escapado de  várias emboscadas, mas dessa vez não teve a mesma sorte.
O mesmo já tinha passagens por tráfico, assalto a mão armada e posse ilegal de arma de fogo, informa o Blog do Léo Santos.
Com a chegada da Policia Técnica, o corpo foi encaminhado para o Instituto,Médico Legal.
Esse o 2º homicídio registrado no mês de outubro e o 108º no ano em Vitória da Conquista.

GALERIA DE FOTOS - Força Tarefa faz operação em fazendas invadidas por índios na região de Itapetinga

O delegado Roberto Júnior dialogou com o líder da invasão que se identificou como sendo o Cacique Capilé,

NOTA OFICIAL DA POLÍCIA CIVIL

21a Coorpin - Itapetinga

ESBULHO POSSESSÓRIO COM AÇÕES VIOLENTAS DE GRUPOS ARMADOS.

Após registro de ocorrências de 11 (onze) fazendas invadidas na zona rural de Itapetinga, por grupos armados que ameaçavam funcionários e saqueavam os imóveis, bem como interditavam as estradas vicinais, uma Força Tarefa composta pelas Polícias Civil (21a Coorpin, comandados pelos Delegados Roberto Júnior e Irineu Andrade) e Polícia Militar (8a CIPM, comandados pelo Major Edmário,  RONDESP, comandados pelo Major Souza Júnior e CIPE SUDOESTE) realizou incursões em todas as fazendas, conseguindo restabelecer a ordem, uma vez que com a mobilização da força policial os invasores empreenderam fuga dos locais, desocupando os imóveis. Digno de registro que apenas dois imóveis rurais pertencentes à família de Gedell Vieira Lima, permanecem invadidos. O primeiro imóvel é a Fazenda Esmeralda, local onde o Coordenador da Polícia Civil, Delegado Roberto Júnior, dialogou com o líder da invasão que se identificou como sendo o Cacique Capilé, oriundo da tribo indígena Pataxó Hã Hã Hã. Afirmou o indígena que a ocupação deles era pacífica e não tinha relação com as demais invasões violentas na região. O segundo imóvel que permaneceu invadido é a Fazenda Tabajara, onde lá se encontravam 10 (dez) homens que foram qualificados pelos policiais civis, se intitulando do Movimento Livre da Terra (MLT), local onde um dos invasores foi preso portando uma espingarda, além de outra espingarda sem cano que foi apreendida. Um indivíduo sem documentos e oriundo de Salvador foi conduzido para ser identificado. Duas motos e um veículo com irregularidades administrativas foram apreendidos. As Polícias permanecerão na região para manutenção da ordem e tranquilidade. Duas equipes do CATI DEPIN da Polícia Civil chegam hoje a Itapetinga para reforçar o contingente. 

Fonte: DPC Roberto Júnior
            Coordenador Regional
Cerca de 100 pessoas são suspeitas de realizar saques e ocupações em fazendas vizinhas às de Geddel, no Sudoeste
A polícia intensificou o policiamento na região de Itapetinga, no Sudoeste baiano, onde um grupo formado por cerca de 100 pessoas realizou novas ocupações e saques a fazendas vizinhas à do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), e na cidade vizinha de Itaju do Colônia, no Sul baiano, neste domingo (1º). A região está sob tensão desde o dia 23 de setembro, quando a Fazenda Esmeralda, de propriedade de Geddel e familiares, foi ocupada por índios que afirmam que a área é sagrada por haver nela cemitérios indígenas, o que é negado pelos advogados dos Vieira Lima, que já pediram a reintegração de posse na Justiça.
De acordo com o Sindicato Rural das duas cidades, o grupo estava armado e levou diversos objetos de valor das propriedades, como TVs, rádios, celas, arreios, facas e facões, e fizeram de reféns alguns funcionários das propriedades.
Em nota, o comando da PM informou que em Itapetinga “o policiamento foi intensificado com guarnições da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE), da Companhia Independente de Policiamento Tático (CIPT) e da 8ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), além de realizar reuniões com a comunidade e atuar com abordagens preventivas nas estradas e rodovias”. “O mesmo está sendo realizado em Itaju do Colônia, com a intensificação do policiamento com guarnições da CIPE, CIPT e 63ª CIPM”.
Ao todo, foram 13 fazendas ocupadas: oito em Itapetinga e cinco em Itaju do Colônia, onde, em 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou como de habitação tradicional de índios da etnia Pataxó Hã-hã-hãe uma área de 54 mil hectares. A ação em Itapetinga ocorreu no povoado de Palmares, para onde a Polícia Militar enviou viaturas nesta segunda-feira (2). Para dificultar o acesso às fazendas, o grupo chegou a colocar um caminhão quebrado no meio da estrada.
O Sudoeste Digital teve acesso a fotos da operação em algumas propriedades rurais. Veja:


Queixas sobre as ocupações foram prestadas nas delegacias da Polícia Civil de Itapetinga e Itabuna, que estão investigando o caso.
Tiros

Durante a ação deste domingo, funcionários das fazendas foram mantidos sob o poder dos invasores durante todo o dia, quando ocorreu a ação. Em uma das propriedades, eles obrigaram a esposa do caseiro a preparar comida para o grupo.

Em outra, por volta das 23h, foram ouvidos diversos disparos de armas de fogo - não se sabe ainda se foram disparados para o alto, como forma de intimidação, ou se houve algum confronto. A Polícia Civil informou que não há registros de pessoas feridas.
Ainda não há a confirmação se o grupo que invadiu as propriedades é de indígenas ou sem-terra. “Estamos recebendo os fazendeiros e ouvindo as queixas ainda; só teremos um balanço geral ao final do dia”, afirmou o delegado Antonio Roberto Júnior, da delegacia de Itapetinga.
Ele ficou de informar um balanço geral das ocupações no final da tarde desta segunda, mas a reportagem não conseguiu mais contato.
O presidente do Sindicato Rural de Itapetinga Eder Rezende afirmou que a situação está tensa na região e que há a possibilidade de confronto. Ele e o prefeito de Itapetinga Rodrigo Hagge (PMDB) estarão em audiência no Ministério da Justiça nesta terça (3) para pedir auxílio na resolução do conflito.
Eles querem também apoio da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que não respondeu ao pedido da reportagem para envio de nota comentando o assunto.
“Infelizmente, ocorreu o que estávamos prevendo durante a semana passada, quando dissemos que, pelas informações que tivemos, que a invasão da fazenda de Geddel não se tratava de apenas uma ação política. O que ocorreu neste final de semana foi tudo muito bem organizado. O que estamos vivendo é um estado de terror”, comentou Rezende.
“Vamos pedir apoio até da Força Nacional, se for possível, pois a situação está muito grave e não podemos nos omitir com relação ao assunto”, declarou o prefeito Rodrigo Hagge, para quem o Governo do Estado tem se mostrado omisso no combate às ocupações. “Precisamos de uma ação mais enérgica das polícias Civil e Militar”, afirmou.
Fora da área


Um dos fazendeiros que teve a propriedade ocupada neste final de semana é José Elias Júnior, dono da Fazenda Santo Antonio, de 800 hectares, na zona rural de Itaju do Colônia. Um grupo de 70 índios está nas fazendas, segundo ele.
“Os índios disseram que estão fazendo uma retomada, porém nenhuma dessas fazendas está dentro da área delimitada pelo STF em 2012. Em frente a porta da minha fazenda, por exemplo, tem uma placa indicativa da reserva, informando os limites. Nunca tinha tido problemas com índios”, afirmou o fazendeiro.
José Elias relatou ainda que os índios estavam armados com espingardas, porém não fizeram reféns os funcionários, “pediram apenas que saíssem da fazenda”. Para ele, se as ocupações forem mais intensificadas, as que ocorreram em Itaju do Colônia vão se juntar com as de Itapetinga em breve - a distância entre as fazendas ocupadas nas duas cidades está em cerca de 20 km.
“Estou prestando uma queixa coletiva na manhã desta segunda-feira em Itabuna, para que possamos dar entrada nos pedidos formais de resolução do problema. Todos achavam que na região não ia ter mais problema com índios depois da demarcação de 2012. É uma situação muito lamentável”, declarou.
Nesta segunda, o deputado estadual Eduardo Salles (PP), presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa da Bahia, divulgou nota declarando "indignação com essa situação". "Vou batalhar em várias instâncias dos governos federal e estadual para que o estado de direito dos produtores seja preservado", diz ele, que é ex-secretário estadual da Agricultura, no comunicado.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) ficou de enviar nota ao CORREIO sobre o assunto, mas isto não ocorreu. Por se tratar de ocupações que envolvem índios, o caso deverá ir para apuração da Polícia Federal, como já está ocorrendo com a fazenda da família de Geddel. Procurada, a PF em Ilhéus comunicou que não dá informações sobre inquéritos em andamento.
(Mário Bittencourt/Correio 24h)

DESTAQUE

Cidade mais pobre do país fica na Bahia; veja top 10 dos mais ricos e pobres

Ficou na Bahia, mais especificamente no Nordeste do estado, o título de cidade mais pobre do Brasil. A ‘conquista’ é de um município que,...

AS 5 + LIDAS