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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

SUA SAÚDE - Água de pepino: emagrece 4 kg por semana

Agua de pepino: emagrece 4kg por semana!

O pepino é o vegetal mais consumido no mundo inteiro. Rico de fibras, ferro potássio, enxofre, fósforo e betacaroteno, é um diurético natural, e portanto ajuda a eliminar o excesso de ácido úrico, é bom para a pele, e para o envelhecimento. Composto de 95% de água, e muito pobre de calorias, além de promover a perda de peso rapidamente, é um grande aliado na hidratação da pele, cabelos, unhas, previne o colesterol, acelera o processo digestivo e controla a pressão sanguínea.


A água feita de pepino é uma grande aliada na perda de peso e não pode faltar na sua dieta. Além de desinchar o abdome, deixando-o lisinho e sarado, o consumo diário da água promove uma grande sensação de bem estar e o melhor, te leva a boa forma. A água deve ser consumida durante as refeições e à vontade, é rica em nutrientes e regula o intestino, elimina toxinas do organismo, previne celulite, traz maior sensação de saciedade, e é também uma excelente fonte de antioxidantes.


Ela é quase zero calorias, nutre muito bem o organismo e ajuda a eliminar aqueles pneuzinhos desagradáveis de maneira muito fácil e saudável, com sua super função diurética milagrosa que elimina todo o excesso de líquidos que sempre nos deixa com aquela sensação chata de inchaço.


Como e quando usar a água do pepino

Por ser uma bebida natural e quase 0% calorias, você pode consumir à vontade. Ela pode ser seu suco durante as refeições, pode ser a sua água oficial do dia, e você também pode fazer detox a partir dessa água rica de nutrientes. A água do vegetal promove a saciedade, controlando de forma importante a fome. Nutre e hidrata nosso organismo, estimula a digestão e um melhor funcionamento do intestino.


Receita da água


Ingredientes:


  • 1 Pepino médio descascado (sem as sementes que tem dentro)

  • 2 litros de água

  • 12 folhas de hortelã

  • 1 colher de gengibre

  • 1 limão médio cortado em fatias


Preparo:


Lave bem o pepino e com a ajuda de uma faca retire o miolo com as sementes, depois pique em rodelas e coloque dentro de uma jarra de vidro. Lave as folhas de hortelã, raspe uma colher de gengibre fresco e acrescente tudo na jarra. Por ultimo fatie um limão, pegue os dois litros de água e misture tudo na jarra, pronto, agora basta levar a geladeira e deixar repousar por uma noite e consumir à vontade no dia do seguinte. Recomenda-se fazer a água 3 x por semana, lembrando que você pode alternar usando outros tipos de água aromatizada.






Furto de veículos em área azul - O dever de indenizar

Resultado de imagem para Mario Rodrigues de LimaTrata da Responsabilidade da Administração Pública em indenizar por furtos, danos ou avarias que ocorram em veículos que se encontrem estacionados em áreas rotativas, trazendo doutrinas e fundamentações para a obtenção do feito.

Por Mario Rodrigues de Lima*

Os estacionamentos rotativos, mais conhecidos como “área azul” ou “zona azul”, são instituídos por Órgão da Gestão Pública (entidades que cuidam do executivo de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição), em locais de sua propriedade, onde atribuem à empresas privadas o direito de cobrar valor pecuniário para que se possa estacionar seu veículo naquele local, por meio da chamada CONCESSÃO . (art. 24, X do CTB).

Este Ato Administrativo é regulado pelo artigo 175 de nossa Carta Magna, nos seguintes termos:
Art. 175. Incumbe ao Poder Público, na forma da lei, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, sempre através de licitação, a prestação de serviços públicos. (1)

O processo para que se instale o estacionamento rotativo passa por uma licitação, onde irá vencer a empresa a qual oferece o serviço que atenda as necessidades da Administração Pública ao melhor preço, sendo comum que como contraprestação esta empresa deva efetuar melhorias e a manutenção das áreas em que for explorar seus serviços.

Não são raras as discussões acerca da inconstitucionalidade deste tipo de serviço, sempre fundadas no argumento de que os locais são públicos, e, portanto não seria permitida a cobrança pelo uso da vaga de estacionamento.
Quanto a isso, devemos nos atentar aos motivos os quais levaram o CTB e a CF à fazerem menção à tal ato. A justificativa da zona azul nas cidades é a seguinte: Exatamente por se tratar de um espaço público, não seria justo que poucas pessoas fizessem uso longo e contínuo das vagas de estacionamento, tomando de outros cidadãos o direito ao uso.

Entende-se que a cobrança, estimula-se a rotatividade das vagas, fazendo com que os usuários utilizem do estacionamento apenas nos momentos em que necessitarem, e posteriormente cedam a vaga à outro, já que a permanência acarretará sanções administrativas, além de ônus.

Outra discussão que vem tomando conta dos Fóruns e Tribunais diz respeito ao cabimento do Direito indenização do usuário que tiver seu veículo furtado, ou sofrer algum dano enquanto o automóvel esteve estacionado em local de cobertura da área azul.

Com o crescimento do número de cidades onde as Prefeituras adotam este sistema de estacionamento em suas vias públicas, este vem sendo um problema recorrente.

Cumpre salientar o fato de que mesmo sendo um serviço concedido e prestado por à empresa privada, ele não perde sua natureza de serviço público.
Isto se dá pelo fato de que a Administração Pública possui competência para explorá-lo, ou “repassá-lo” para quem lhe faça, ou seja, mesmo que não seja ela a exploradora do serviço de estacionamento pago nas vias, este é um serviço seu, e jamais perderá tal caráter.

Devemos suscitar ainda, o chamado “DEVER DE GUARDA”. Trata-se de instituto jurídico, comum em contratos com estacionamentos privados, o qual obriga o contratado a zelar pela guarda do veículo, e entregá-lo no mesmo estado em que se encontrava no momento em que ali foi estacionado.
Este tipo de contrato é sinalagmático, ou seja, causa obrigações à ambas as partes celebrantes, afinal, o contratado deve guardar o bem depositado, tendo como contraprestação o pagamento efetuado pelo contratante.

Na mesma esteira de pensamento quando o Estado cobra uma tarifa para que os cidadãos estacionem, resta presumido um contrato de depósito, que acarretaria em dever de guarda, no caso, do estado, ao veículo estacionado.
Assim como os estacionamentos “comuns”, a Administração Pública estará recebendo o pagamento do condutor, e assim sendo, terá a obrigação de guarda ao veículo. Em casos de furto, roubo ou danos, se comprovado que o veículo estava estacionado em área de “zona azul”, teria o condutor direito a receber indenização do Gestor Público (no caso, o responsável pelo “estacionamento público”).

Reforçando este entendimento, lembramos que a Responsabilidade Civil da Administração Pública é OBJETIVA, ou seja, obrigação de reparar os danos ou prejuízos de natureza patrimonial ou extrapatrimonial que uma pessoa cause a outrem, independentemente de culpa.

Conforme leciona o brilhante Luiz Fernando BOLLER, Desembargador do TJ-SC:
Mesmo ao Estado é dada a obrigação de reparar danos causados a terceiros em decorrência de comportamentos comissivos ou omissivos, materiais ou jurídicos, lícitos ou ilícitos, imputáveis aos agentes públicos”. (2)

Obviamente, que este Princípio visa dar maior segurança ao cidadão, que figura como parte vulnerável em relação ao Estado.

SÍLVIO RODRIGUES em “Direito Civil”, Volume IV, Editora Saraiva, 19ª Edição, São Paulo, 2002, p. 10, assevera:
Na responsabilidade objetiva a atitude culposa ou dolosa do agente causador do dano é de menor relevância, pois, desde que exista relação de causalidade entre o dano experimentado pela vítima e o ato do agente, surge o dever de indenizar, quer tenha este último agido ou não culposamente.
A teoria do risco é a da responsabilidade objetiva. Segundo essa teoria, aquele que, através de sua atividade, cria risco de dano para terceiros deve ser obrigado a repará-lo, ainda que sua atividade e seu comportamento sejam isentos de culpa. Examina-se a situação, e, se for verificada, objetivamente, a relação de causa e efeito entre o comportamento do agente e o dano experimentado pela vítima, esta tem direito de ser indenizada por aquele." (3)
A responsabilidade civil do Estado é sempre objetiva, ante a teoria do risco administrativo: a responsabilidade civil do Estado por atos comissivos ou omissivos de seus agentes é de natureza objetiva, ou seja, dispensa a comprovação de culpa.

Consagrando esta esteira de raciocínio, preconiza o artigo 37, §6º da Constituição Federal:

“Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (...)

§ 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa”. (4)

Desse modo, resta caracterizado que, uma vez em que o cidadão fez uso do estacionamento público, arcando com sua obrigação de pagar pela área azul, este se encontra coberto pelo amparo estatal, sendo que caso ocorra qualquer dano ou perda do veículo, será demonstrada a má qualidade na prestação de serviço de caráter administrativo, situação a qual irá gerar ao Estado o dever de indenizar.

Por fim, devemos elucidar que as empresas privadas que exploram o serviço de estacionamento rotativo concedido-as pela Administração Pública equiparam-se aos estacionamentos particulares, pois prestam serviços do mesmo gênero, recebendo a contraprestação do contratante, e assim, são também responsáveis por qualquer eventual indenização.

Se o Agente Público opta por instalar o estacionamento rotativo em suas vias, ele deve estar ciente de que a partir do momento em que se inicia a cobrança pelo uso do serviço, será gerado o dever de guarda pelo bem do usuário, com responsabilidade pelos danos ali ocorridos.

(1) – Constituição da República federativa do Brasil, Brasília – DF, 1988.
(2) - BOLLER, Luiz Fernando. Veículo furtado em estacionamento rotativo. Obrigação do concessionário do serviço a reparar o prejuízo. Jus Navigandi, Teresina, ano 11, n. 1133, 8 ago. 2006.
Disponível em: <http://jus.com.br/revista/texto/8763>. Acesso em: 29 abr. 2013.
(3) - SÍLVIO RODRIGUES em “Direito Civil”, Volume IV, Editora Saraiva, 19ª Edição, São Paulo, 2002, p. 10.
(4) - Constituição da República federativa do Brasil, Brasília – DF, 1988.


Resultado de imagem para Mario Rodrigues de LimaMário Rodrigues de Lima, advogado regularmente inscrito nos quadros gerais da OAB-SP sob o nº 318.740, formou-se em Ciências Jurídicas pela UNIPINHAL, no interior do Estado de São Paulo, milita nas áreas do Direito Civil, Previdenciário, e Trabalhista.

EXCLUSIVO - De matador de aluguel a traficante procurado em Conquista; conheça a história de Kiko, da recém-criada facção K2

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Jussara Novaes ( Sudoeste Digital) - Diogo Oliveira Campos, 25 anos, o Kiko. Este é o nome seguido do apelido do bandido que, segundo a polícia de Vitória da Conquista, responde por mais de 15 homicídios na cidade nos últimos três anos.

Ele esteve preso, ganhou direito a condicional e não retornou ao presídio. Foragido desde 4 de outubro de 2015, quando tentou matar policias militares em ronda, o bandido continua atuando, comandando o tráfico de drogas e liderando a facção K2, numa alusão à inicial do seu vulgo e ao Tudo 2.
A expressão “Tudo 2”significa tudo CP (Comando da Paz), que atua em Salvador. O número 2 faz referência à quantidade de letras da sigla. 
Quando do atentado contra os policiais, ele estava em companhia de um comparsa - identificado como Rodrigo - que fugiu. Os dois estavam numa moto no bairro Miro Cairo, próximo ao conjunto Acácia e atiraram em direção à viatura. Diogo foi capturado com um revólver calibre 38. Dias depois já estava livre.

       SICÁRIO DO TRÁFICO

De sicário (matador de aluguel) a serviço do Bonde do Neguinho (BDN), facção criminosa liderada pelo traficante e homicida Juarez Vicente Morais, vulgo Neguinho Juarez, Kiko passou a chefe do tráfico, rivalizando com o ex-patrão. 

Com isso ele instaurou a facção K2 e passou a disputar os pontos de tráfico com o BDN e com o BNB, facção do traficante e homicida William de Sousa Filho, vulgo Nem Bomba. Nesse jogo de disputa pelo poder paralelo destaca-se Jasiane Silva Teixeira, (dona Maria), principal fornecedora de drogas na região. Ela também é foragida da Justiça.

Lotérica de cidade baiana lavava dinheiro desviado de prefeitura, diz PF

Imagem: Ascom PF/Divulgação
Na Lotérica São Pedro, única de Aracatu, pacata cidade do sudoeste da Bahia de quase 14 mil habitantes, não era só o dinheiro de apostas que movimentava os cofres. Por lá, segundo a Polícia Federal, passavam boa parte dos R$ 3,2 milhões desviados da Prefeitura desde 2015. Nesta terça-feira (19), a polícia realizou operação para dar fim ao esquema, que envolvia o secretário de Administração e o diretor de Tributos, irmãos do dono da São Pedro, e o prefeito Sérgio Silveira Maia (PV), afastado do cargo por determinação judicial.
O dinheiro que ia para a lotérica era o que tinha sido pago à empresa Lopes Serviços Terceirizados LTDA, sem que, segundo a PF, ela prestasse o serviço de limpeza, asseio e conservação diária, para o qual foi contratada pela prefeitura de Aracatu em 16 de março de 2015, com pagamento mensal de R$ 179.100. Na lotérica, a PF apreendeu R$ 50 mil e na casa do secretário de Administração Antonio Maia uma espingarda. Ele foi liberado após pagar fiança. O CORREIO não conseguiu contato com os donos da São Pedro, registrada na Receita Federal em nome de Miguel Silveira da Rocha e Jane Consuele Santos Rocha.
Já o dono da Lopes Serviços, Noé Lopes de Oliveira, conduzido coercitivamente pela PF nesta terça para dar explicações sobre o esquema, desligou o celular quando o CORREIO perguntou o que ele tinha a comentar sobre o assunto. A procuradora de Aracatu, Alana Carolina Santana Silveira, afirmou que iria enviar uma nota com a posição da Prefeitura, mas isto não ocorreu até a publicação desta reportagem. Com o afastamento de Sérgio Maia, assume a prefeitura de Aracatu a vice Lêda de Souza Matias Silveira, do PSB.
Além de Aracatu, a empresa Lopes Serviços realizou contratos nos mesmos moldes com a prefeitura de Palmas de Monte Alto, também no sudoeste da Bahia. A PF afirma que a empresa “era de fachada e que muitos dos empregados contratados seriam fantasmas ou prestariam serviços em estabelecimentos já totalmente desativados, a exemplo de dezenas de escolas.” Entre abril de 2014 e maio de 2016, a prefeitura de Palmas de Monte Alto repassou à empresa mais de R$ 652 mil, porém não se sabe ao certo ainda o valor desviado.
O ex-prefeito de Palmas do Monte Alto Fernando Laranjeira, do PDMB, também foi conduzido coercitivamente pela PF nesta terça. A operação da PRF, realizada por 53 policiais federais e 7 auditores da Controladoria da União nas cidades de Aracatum Palmas do Monte Alto, Riacho de Santana e Botuporã, cumpriu 15 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de condução coercitiva e 8 de medidas cautelares, como afastamento do cargo e proibição de frequentar a administração municipal.
“Os valores recebidos pela empresa eram repassados a servidores municipais ligados ao ex-prefeito de Palmas de Monte Alto ou a familiares do atual prefeito de Aracatu, que utilizavam apenas parte do dinheiro para remunerar pessoas da zona rural ou adolescentes para a execução do objeto do contrato, sendo o restante apropriado indevidamente", explica o delegado federal Rodrigo Kolbe.
As investigações da PF tiveram início em 2016, após denúncias de vereadores de Aracatu. “Ao analisar o caso, vimos que havia contratos também na empresa de Palmas do Monte Alto”, explica Kolbe, acrescentando que a verba desviada é do Ministério da Educação. Os envolvidos no esquema vão responder por lavagem de dinheiro, crime organizado e fraude a licitação. (Mário Bittencourt/Correio 24 h)

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