quarta-feira, 5 de julho de 2017

Dez mil demitidos por causa de WhatsApp no trabalho

Sarah Rosado, psicóloga.
Sarah Rosado, psicóloga. Foto: Dayana Souza

O uso do aplicativo do WhatsApp tem ganhado cada vez adeptos. Mas quando os acessos a essa ferramenta ocorrem no trabalho recomenda-se bom senso. Do contrário, há risco de demissões como ocorreu com cerca de 10 mil profissionais no Espírito Santo.
Essas demissões ocorreram no período de um ano, com base nos dados dos trabalhadores dispensados que constam no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Desse total, a psicóloga e especialista em pessoas e carreiras Gisélia Curry estimou que 5% dos desligamentos ocorrem por excessos ou por falar mal da empresa ou dos chefes no WhatsApp. Ela disse que também acontecem as demissões por causa das redes sociais.
Ela enfatizou que grande parte dessas demissões ocorre de forma velada, ou seja, o funcionário muitas vezes não é comunicado que esse foi o motivo do desligamento.
“O WhatsApp é uma realidade que não tem volta e virou uma ferramenta de comunicação até mesmo nas empresas. O problema é que ela requer cuidado, pois há várias situações em que ele tem destruído a imagem de profissionais.”
Ela explicou que antes era comum falar mal da empresa nos corredores, mas hoje eles utilizam o WhatsApp, em que tudo fica registrado. “E quando os chefes ficam sabendo, há uma quebra da confiança e o empregador não vai querer ficar com aquele funcionário.”
Um dos casos, segundo ela, é o de um funcionário que enviou as mensagens para um grupo falando mal da empresa sem perceber que enviava para o grupo errado.
Além de falar mal, Gisélia reforçou que há demissões pelo uso em excesso, o que gera uma queda na produtividade do funcionário.
Outro caso, retratado pela psicóloga e Coach da Suprema Soluções em Pessoas Sarah Rosado foi de uma jovem de 23 anos que trabalhava em uma empresa como editora de conteúdos. Ela estava no período de experiência e quando ia completar três meses, foi demitida.
Nessa empresa não era proibido o uso do aplicativo, mas o problema é que essa profissional não focava no trabalho e, com isso, não obteve o rendimento esperado.
E Sarah fez um alerta: “As pessoas acham que ao serem selecionadas estão contratadas e que não serão mais avaliadas. Pura ilusão! Por isso, recomendo bom senso quando o assunto é WhatsApp ou redes sociais no trabalho.”
reportagem de Eliane Proscholdt e Francine Spinassé, no jornal A Tribuna

PR protocola ação no STF pela regulamentação da venda de armas

PR protocola ação no STF pela regulamentação da venda de armas
O PR apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação para obrigar os poderes Legislativo e Executivo a criar novas regras que facilitem a compra de armas pelos cidadãos brasileiros. Segundo informações do portal G1, a ação foi protocolada na última quinta-feira (29) e será discutido nesta quarta-feira (4) entre a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, e os deputados José Rocha (PR-BA) e Magda Mofatto (PR-GO).  O partido argumenta após o referendo de 2005, a aquisição ficou mais difícil por causa de um “critério subjetivo” usado pela Polícia Federal. A PF exige comprovação de bons antecedentes, capacidade técnica, aptidão psicológica, além de que o interessado prove “efetiva necessidade, expondo fatos e circunstâncias que justifiquem o pedido”. O PR afirma que, na maior parte dos casos, a PF nega conceder a autorização, com argumentos "vagos e evasivos". O partido aponta ainda que o Congresso e o governo tem desrespeitado a escolha da população pela continuidade da venda de armas, já que a aquisição não foi regulamentada de forma adequada. "Como se vê, portanto, é que devem ser tomadas medidas urgentes para dar efetividade ao que foi decidido no referendo de 2005 e, assim, evitar que o direito dos cidadãos de comprar, portar e possuir armas de fogo seja usurpado em decorrência da omissão legislativa e pela arbitrariedade dos servidores públicos que negam, indevidamente, os pedidos daqueles", afirma o PR, na ação. 

Viabahia terá de pagar R$ 100 mil em indenizações por danos em casas

Moradores mostram rachaduras que dizem ter sido causadas por obras em rodovia na Bahia

Acionada na Justiça por quase 300 pessoas que se dizem prejudicadas por causa de rachaduras em suas casas, supostamente causadas pelas obras de duplicação de uma rodovia federal na Bahia, a concessionária Viabahia foi condenada nesta semana a pagar quase R$ 100 mil em indenizações e danos morais.

O valor é referente ao julgamento das três primeiras ações, cujas sentenças foram dadas na segunda-feira (3) pelo juiz Nunisvaldo dos Santos, do Juizado Especial Cível de Santo Estevão, município de 53 mil habitantes, localizado a 148 km de Salvador. Outras sentenças sobre ações do mesmo tipo devem ser divulgadas nos próximos dias. Controlada pelas empresas Isolux e Engevix, a Viabahia informou que recorrerá das decisões e reclamou da falta de perícia técnica que comprove a culpa dela nos danos causados aos imóveis.

Nas decisões, cujo teor é idêntico, mudando apenas o autor da ação e os valores a serem pagos, o juiz Nunisvaldo dos Santos afirma que "a necessidade de perícia técnica, por si só, não tem o condão de tornar a causa complexa, desde que outras provas sejam suficientes para formar o convencimento do julgador". A Viabahia possui desde 2009 a concessão, por 25 anos, das BRs 116 (Feira de Santana-divisa Bahia/Minas Gerais) e 324 (Feira de Santana-Salvador) e das rodovias estaduais 526 e 528, que ligam a BR-324 à Base Naval de Aratu, na Grande Salvador. São, ao todo, 680 km de rodovias sob concessão. Há sete praças de pedágio: duas na BR-324, onde são cobrados R$ 2,50 na passagem de automóveis; e cinco na BR-116, com tarifa de R$ 4,50 para carros.



Inspeção judicial 

As obras de duplicação, iniciadas em 2010, foram realizadas em um trecho de 64 km (incluindo a parte de Santo Estevão, feitas de 2013 a 2016), restando 12 km para a conclusão. Outros locais da pista serão duplicados à medida que o fluxo superar mais de 6.500 veículos/dia, conforme previsto no contrato de concessão entre a Viabahia e a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

O trecho da BR-116 que falta ser duplicado em sua totalidade vai de Feira de Santana à ponte sobre o rio Paraguaçu, que fica próximo a Santo Estevão. A ponte também está sendo duplicada, com 70% de obras realizadas.

A previsão de entrega das obras deste trecho é para o final de 2017, declarou a Viabahia, que firmou com o governo federal o compromisso de investir cerca de R$ 2 bilhões para duplicar todo o trecho concedido --a concessionária diz já ter gasto mais de R$ 1,7 bilhão em obras de infraestrutura. Nunisvaldo dos Santos, que realizou no final do mês passado inspeção no local, entendeu que os danos causados à residência foram causados pelas obras na BR- 116.

Ele escreveu nas decisões, que "por ocasião das obras, várias máquinas 'pesadas', utilizadas para compactar o solo, causaram um tremor tão grande nas imediações que o imóvel da parte autora foi bastante atingido e danificado, comprometendo seriamente sua estrutura e colocando a vida dos que ali habitam em iminente risco, haja vista a real probabilidade de desabamento".

Os argumentos da Viabahia nos autos do processo não foram "suficientes para desconstituir o direito da parte autora [da ação]", afirmou o juiz na sentença. "Ademais", assinalou o magistrado, "o fato de eventual construção se encontrar na faixa de domínio da rodovia, não exime a responsabilidade da acionada no caso de causar prejuízos a terceiros, ainda mais quando se trata de imóveis habitados por vários anos, sem nenhuma impugnação ou embargo do poder público".

Em nota, a Viabahia informou que "respeita a decisão judicial e irá acionar os recursos legais para obter a reforma da decisão em instância superior".

Acordos extrajudiciais 

A maioria dos imóveis prejudicados está a uma distância que varia de 30 a 100 metros da BR-116, próximo a Santo Estevão, onde a Viabahia é criticada por realizar acordos extrajudiciais e negociar valores irrisórios como forma de indenização para quem teve danos. A reportagem teve acesso a contratos em que a empresa pagou valores entre R$ 5.000 a R$ 12 mil. Nestes contratos, nos quais a empresa assume a culpa nos prejuízos às casas, conforme entendeu a Justiça, havia cláusulas de sigilo válidas por cinco anos. A reportagem questionou à concessionária se ela ingressou com ações de reintegração de posse contra as famílias cujas casas estariam dentro desta faixa de domínio ou se elas foram legalmente indenizadas, mas a Viabahia não respondeu.

O juiz Nunisvaldo dos Santos considerou a cláusula uma "evidente má-fé" da Viabahia e escreveu que "nos causa espécie o fato de que a cláusula de sigilo coincide com o prazo prescricional de todas as outras vítimas, as quais, quase que em sua totalidade, são compostas por pessoas financeiramente hipossuficientes [de baixa renda], semianalfabetas e de pouca informação". O advogado Nirvan Dantas, que atua na defesa dos moradores prejudicados, afirmou que "a situação da maioria das famílias é de calamidade, de gente que não tem mais onde morar". "Estamos dando suporte em todos esses casos e vamos tomar as providências necessárias. Consideramos como irregulares todos os acordos extrajudiciais feitos com essas pessoas que nem sequer têm instrução para saber o que estão assinando", afirmou o advogado.

Casa derrubada 

Pai de cinco filhos com idades entre dois e nove anos, o pintor desempregado Ary de Souza Pinheiros, 32, é uma das pessoas que fizeram esses acordos com a Viabahia, "mas fiz isso para não ficar de mãos vazias, pois a empresa derrubou minha casa", ele disse. Após mais de dez anos trabalhando em São Paulo, juntando dinheiro, Ary tinha voltado para Santo Estevão, onde começou a construir uma casa, na comunidade de Cabeça da Vaca, a 30 metros da BR-116 e a 5 km da cidade. "Gastei cerca de R$ 30 mil para construir, já estava para mudar. Não me avisaram que derrubariam a casa, que só faltava pintar", contou.

Parte dos R$ 5.000 que ele recebeu da Viabahia foi usado para contratar um advogado e entrar com a ação de indenização. Nas comunidades que margeiam a BR-116, batizada pela Viabahia de "Rodovia Santos Dumont", o que não faltam são pessoas reclamando do medo de verem suas casas desabarem e da desvalorização imobiliária. "Eu construí uma casa de 14 m x 17 m, toda na laje, e a dividi em três partes: um depósito para material de construção, um cômodo comercial e uma residência. Há oito meses que ninguém quer alugar nada aqui", declarou o pedreiro Antonio Wilson da Silva Nascimento, 43, cujo imóvel ele avalia em R$ 120 mil.

"Comecei alugando a parte comercial, onde funcionava um salão de beleza, por R$ 350, caiu para R$ 120 e hoje ninguém quer mais." Na casa, o problema pior é na laje, onde, segundo disse Nascimento, prepostos da Viabahia colocaram borra de asfalto nas rachaduras para ver se solucionava o problema. "Piorou e eu perdi a laje", lamentou. Nascimento, após tentativas de negociações com a Via Bahia, diz que assinou contrato extrajudicial de R$ 12 mil. "Eu assinei sem ler, pois tenho pouca instrução, depois que vim ver que tinha a cláusula de sigilo, o que não achei certo", afirmou. Na comunidade de Posto São Caetano, a 6 km de Santo Estevão, o agente de endemias Deneval Borges dos Santos, 41, conta que a casa do pai dele, Manoel Senhorinho, está fechada, por conta de medo de desabamento. Ele falou que ainda vai ingressar na Justiça contra a Viabahia: "As rachaduras começaram a aparecer desde o início das obras de duplicação. Ninguém quer mais ficar na casa, o último morador saiu há seis meses".

Outras condenações 

A Viabahia enfrenta também problemas com a Justiça Federal nos 100 km da BR- 324 que separam Feira de Santana de Salvador. Em 2012, a concessionária foi acionada pelo MPF (Ministério Público Federal) junto com a ANTT, autarquia federal responsável por fiscalizar o cumprimento do contrato de concessão. O motivo foi a falta de realização de serviços diversos por parte da Viabahia, já no caso da ANTT a justificativa foi a ausência de fiscalização. Em 2013, numa decisão liminar (temporária), a concessionária foi multada em R$ 50 mil por dia de atraso na instalação dos equipamentos, porém recorreu.

A sentença em primeira instância só foi dada em janeiro deste ano, quando a Justiça Federal determinou a colocação de equipamentos de detecção e sensoriamento de pista, sensoriamento meteorológico, circuito fechado de TV, detectores de altura, sistema de controle de velocidade e de pesagem nos postos fixos e a instalação de balanças móveis. A concessionária recorreu, mas em 4 de maio de 2017 a Justiça Federal negou o pedido de embargo de declaração.

A ANTT deverá fiscalizar a instalação e impor eventuais sanções à Viabahia para garantir o cumprimento do contrato. A Viabahia disse que "já estão instalados e operando os seguintes equipamentos: detecção e sensoriamento da pista; painéis de mensagens variáveis, fixos e móveis; estações meteorológicas automáticas; circuito fechado de TV; detectores de altura e sistema de controle de velocidade". Não foi informado quando serão instaladas as balanças de pesagem, essenciais para controlar o excesso de carga trafegando na rodovia.

A concessionária enfrenta problemas também com a arrecadação por meio dos pedágios, conforme o relatório de demonstrativo financeiro de 31 de dezembro de 2016. "Fechamos o ano de 2016 com resultado negativo de R$ 28 mil e com leve queda no tráfego mensal de veículos, mesmo com um aumento na arrecadação total por conta do reajuste anual da tarifa de pedágio previsto em contrato", registra o documento. Ganha destaque no relatório a redução de em 12,5% no número de vítimas fatais e 8% de feridos nas rodovias sob concessão, comparando janeiro a setembro de 2015, em relação ao mesmo período de 2016.

A pesquisa de 2016 da CNT (Confederação Nacional dos Transportes) sobre rodovias apontou que, no estado geral, as BRs 116 e 324, administradas pela Viabahia, estão, respectivamente em estado geral "bom" e "regular".

Outro lado 

Sobre as obras de duplicação, a Viabahia afirma que as realiza "com métodos construtivos orientados pelas normas técnicas vigentes, com profissionais experientes e equipamentos adequados e calibrados para o tipo de serviço executado em obras desta natureza no Brasil".

"A concessionária reitera que realizou vistorias cautelares aos imóveis da região, com a elaboração de laudos periciais para atestar o baixo impacto nas redondezas das obras. Foi constatado que há residências antigas e que sofrem com a ação do tempo, além de serem construídas sem muitas vezes seguir um padrão de engenharia e estrutura adequados e exigidos por lei." Sobre a demolição de casas, afirmou que "com base no contrato de concessão, possui a obrigação de manter livre a faixa de domínio que é a área da União que compreende as faixas de tráfego e uma faixa de terra adicional de segurança".

Questionada sobre a fiscalização das obras de duplicação, a ANTT declarou que "as ações de fiscalização são realizadas por especialistas em regulação e técnicos em regulação, sendo voltadas para a verificação do cumprimento, pelos agentes privados, dos encargos previstos nos respectivos contratos de concessão, em especial nos Programas de Exploração das Rodovias".

"As fiscalizações são realizadas em conformidade e na periodicidade prevista no Plano Anual de Fiscalização aprovado pela Diretoria Colegiada. Quando constatadas inconformidades durante a fiscalização, os servidores públicos da ANTT notificam a concessionária tempestivamente de acordo com os marcos regulatórios e as legislações vigentes." A ANTT informou que, "pela não realização dos serviços a que se refere a ação do MPF, a agência já havia instaurado Processos Administrativos Simplificados para apuração de responsabilidades e aplicação de penalidades".

Texto e fotos: Mário Bittencourt 
Colaboração para o UOL, em Vitória da Conquista (BA)  

Apesar de protesto da OAB, TJ-BA aprova desativação de 34 comarcas judiciais

Apesar de protesto da OAB, TJ-BA aprova desativação de 34 comarcas judiciais
Após quase três horas de discussão, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) decidiu, por unanimidade, aprovar a desativação de 34 comarcas judiciais baianas. A proposta foi apresentada pela presidente da Corte, a desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, após um "criterioso estudo" do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que constatou uma distribuição processual inferior à média estabelecida, além da despesa com comarcas que sequer possuem um juiz. A vice-presidente da Ordem dos Advogados - Seção Bahia (OAB-BA), Ana Patrícia Dantas Leão, foi autorizada a falar após discussão e tentou adiar a votação do projeto de resolução de lei. Entre as justificativas apresentadas está o fato de que a OAB-BA recebeu o relatório na segunda (3) e esses dois dias não foram tempo suficiente para analisar o processo – argumento que foi refutado pela maioria, já que os desembargadores também tiveram acesso ao documento na mesma data. "Não é que exista prejuízo [em adiar a votação], é que não existe justificativa", ressalta Maria do Socorro. A desembargadora afirma que a própria presidente do Superior Tribunal Federal (STF), ministra Carmen Lúcia, pediu brevidade na resolução da matéria. "Não haveria porque [adiar], inclusive a própria OAB teve todas as oportunidades", completa Maria do Socorro ao lembrar que a Ordem acompanhou todo o processo mesmo não tendo competência para decidir. Ao clamar por "nenhuma comarca a menos no Estado da Bahia”, a representante da OAB-BA alegou ainda que o avanço do processo eletrônico não justifica a desativação. "A constituição prevê que cada município possua uma comarca", pontua Ana Patrícia. “A OAB-BA entende que é possível um projeto de reestruturação do Poder Judiciário da Bahia e reclama que o setor apresente como solução única à extinção", protesta. No entanto, o desembargador Roberto Maynart Frank apresentou relatório favorável à desativação e foi seguido pelos demais magistrados. Algumas das comarcas desativadas são dos municípios de Brejões, Macaúbas, Itiruçu, Maraú, Palmeiras, Presidente Dutra, Serra Preta, Boquira, Jaguaripe, Nova Fátima, Mucugê, Wanderley, Paratinga, Jeriquiriçá, Conceição de Feira, Baixa Grande, Pau Brasil, Santa Luzia e Ibicuí.

por Ailma Teixeira/ Bahia Notícias

Adolescente que desapareceu em Poções pode estar na Paraíba; polícia investiga sumiço

Resultado de imagem para Paloma Campos de Amorim

Paloma Campos de Amorim, 16 anos, está desaparecida desde a tarde de ontem, terça-feira (04). Ela saiu de sua residência, localizada na região do Mundo Novo, zona rural de Poções, e disse que iria para o Colégio Estadual Roberto Santos, mas não retornou. Há suspeita de que Paloma tenha viajado para a Paraíba, pois segundo amigas da garota, a mesma já havia avisado da viagem por mensagens via Whatsapp. Qualquer informação sobre Paloma, você pode entrar em contato através dos números: 77 99818 5966 (falar com a família); 77 3431-3832 (falar com a polícia).

Blog do Jeferson Almeida.

POSTAGEM CRIMINOSA CIRCULA NO WHATSAPP COM IMAGENS ANTIGAS DE ACIDENTE COM A BANDA RASTA CHINELA; POLÍCIA APURA AUTORIA E JÁ IDENTIFICOU PELO MENOS DUAS PESSOAS EM CONQUISTA

Resultado de imagem para onibus da banda libanos
Imagens de um acidente ocorrido em maio de 2013 (veja foto antiga), portanto há cinco anos, circulam nas redes sociais, principalmente em grupos de Whatsapp, como se tivesse ocorrido nas últimas horas. 

Além da potagem criminosa, os autores da informação falsa chegam a afirmar que quatro integrantes da banda teriam morrido. O vocalista, Camaizar, postou um vídeo desmentido. "Mata nois não, pessoal", disse, em tom de brincadeira. 

video

Para tentar dar ares de veracidade ao crime, os autores fizeram uma montagem com fotos dos principais artistas da banda (Camaizar, Lucas, Poliana e Emerson), exibindo mensagem de luto. O acidente que aconteceu em 2013 envolveu um ônibus da empresa Autoviação Catarinense que transportava 26 integrantes da banda de forró Rasta Chinela.

O veículo bateu no fundo de uma carreta por volta das 5h30 de uma segunda-feira, 13 de maio, e 12 pessoas ficaram feridas. O acidente ocorreu na BA-160, entre as cidades de Paratinga e Bom Jesus da Lapa (no oeste baiano). 

Os empresários da banda acionaram a polícia, que destacou uma equipe de investigadores para chegar à autoria da postagem criminosa. Pelo menos duas pessoas já foram identificadas e serão intimadas a prestar declarações. Segundo a polícia, quem dissemina o conteúdo também poderá ser indiciado por cumplicidade, já que se sabe ser inverídica a informação.



DESTAQUE

VÍDEO - Polícia de SP prende motorista que transportaria drogas para Vitória da Conquista.

Jussara Novaes (Com informações do SP no AR/Record) - O motorista Clodoaldo Dias, d idade não informada, foi preso em flagrante quando ...

AS 5 + LIDAS