quarta-feira, 17 de maio de 2017

Engenheiro agrônomo foi assassinado pelo irmão em Conquista

Foto: Reprodução


O desaparecimento era investigado pela equipe da 2a Delegacia Territorial, coordenada pela delegada Jaqueline Ferreira. Washington foi o último a ter contato com a vítima e teria entrado em contradição por diversas vezes, mas acabou confessando a autoria do crime. O assassino confesso levou a polícia à região da Caiçara, zona rural de Vitória da Conquista. Friamente ele assistiu a realização da perícia e não demonstrou remorsos por ter matado o irmão.

O corpo do engenheiro agrônomo Idione Brito foi encontrado em um matagal no distrito de Pedra Branca, próximo da Caiçara, zona rural de Vitória da Conquista, segundo informou a polícia civil. Ele teria sido assassinado, mas a polícia não informou detalhes do crime. O corpo foi encontrado no final da tarde desta quarta-feira, 17.
O jovem estava desparecido desde o dia 10 deste mês. O autor do Homicídio foi o próprio irmão de Idione, Washington Brito (foto abaixo),  o qual inventou a história de que Idione teria sido visto entrando em uma caminhonete preta.

Ele foi preso na tarde desta quarta-feira (17) e levou a polícia até o local onde abandonou o corpo, nas proximidades da região da Caiçara, zona rural de Conquista. O que provocou o brutal assassinato ainda está sendo investigado. O assassino do irmão contou que atirou três vezes para executá-lo. No local foram encontrados alguns projéteis.





Há cerca de dois meses o pai dos irmãos, Manoel de Oliveira, foi baleado com um tiro na nuca, enquanto caminhava próximo a casa da família, no povoado da Choça. Ele estava acompanhado do filho Washington, no instante que foi alvejado. Porém, o caso foi tratado como mais um incidente envolvendo bala perdida. Agora a Polícia Civil suspeita que o assassino confesso também tentou matar o pai.

O corpo de Idione será encaminhado para o Instituto Médico Legal.

A polícia segue investigando o caso, que agora passará a ser de responsabilidade da Delegacia de Homicídios de Vitória da Conquista.
Esse é o 12º Homicídio registrado no mês de Maio, e o 64º no ano em Vitória da Conquista.









Fotos: Blitz Conquista e redes sociais

VÍDEO - DUREZA PRA SE TORNAR POLICIAL DE ELITE - TREINAMENTO A GÁS DA CIPE/CAATINGA - PM DA BAHIA


CIPE/CAATINGA 

Companhia Independente de Policiamento Especializado!! 

VIVER POR NADA OU MORRER POR ALGUMA COISA!!!




SEGURANÇA - PM usa drone para monitorar parque de exposições em Itapetinga


O monitoramento por drones está proporcionando mais segurança aos visitantes, pessoal de apoio, comerciantes e expositores na 47ª Exposição Agropecuária de Itapetinga. A iniciativa inédita é da 8ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), sob o comando do major Edmário Araújo.

A apresentação foi feita durante a solenidade de abertura oficial do evento, nessa terla-feira, 16, no Parque Juvino Oliveira. Ao fazer uso da palavra, o major Edmário saudou os presentes e enfatizou o esforço feito pela Polícia Militar e o Comando do Policiamento da Região Sudoeste, através da 8ª CIPM, no sentido de manter a ordem pública durante o evento do Agronegócio Nacional.


O major fez referência ao efetivo que está sendo empregado na "Operação Exposição, totalizando 190 policiais militares, contando com o apoio da CIPE SUDOESTE (antiga CAESG). Ele também citou a utilização de ferramentas tecnológicas modernas, para o monitoramento do público e do efetivo empregado (drone).

Além disto, Postos Elevados de Observação foram montados no interior do parque, de onde a tropa procederá à observação do público. Um stand serve como sala de contato e um posto de comando foi montado na área de exposições do Parque, para que todos aqueles que assim desejarem ou necessitarem possam manter contato com a a PMBA.

Fonte: 8ª CIPM

EXCLUSIVO - Ministério Público contesta Prefeitura e diz que não recomendou retirada de hippies em Conquista

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Ao contrário do afirmado pela Secretaria de Serviços Públicos de Vitória da Conquista, de que o Ministério Público havia determinado a retirada dos hippies da Praça 9 de Novembro, no centro comercial da cidade, o órgão ressalta que "apenas solicitou providências do município face a uma provocação da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) contra a permanência dos artesãos."

Como a Prefeitura emitiu uma nota, se esquivando em assumir a responsabilidade pelo cumprimento das suas atribuições - que é a de cuidar dos espaços públicos, o Ministério Público decidiu fazer os esclarecimentos. 

Segundo o MP, a promotora Guiomar Miranda recebeu uma denúncia da CDL relatando agressões entre os hippies e práticas delituosas, como uso de drogas. Diante da informação da CDL, a 11ª Promotoria solicitou intauração de inquérito policial afim de que a Polícia Civil apurasse. 

Ainda sobre o caso, o Ministério Público disse que também solicitou providências à Secretaria de Serviços Públicos. Não houve, segundo o MP, qualquer recomendação ou pedido para retirar os hippies.

As informações do Ministério Público derrubam os argumentos da Prefeitura, que chegou emitir nota colocando o MP como autor da recomendação para retirada dos hippies. Em vez de agir com isenção, a assessoria da Prefeitura tentou confundir a opinião pública. Pelo menos é o que fica evidente numa nota oficial distribuída à imprensa sobre o caso:.


“A Prefeitura de Vitória da Conquista, em cumprimento à determinação do Ministério Público do Estado da Bahia, esteve na manhã desta terça, 16, na Praça Nove de Novembro para a retirada dos hippies que ocupam o espaço para comercialização de artesanatos." 

Qualquer estudante inicial de direito sabe que nenhum promotor pode determinar nada, mas apenas recorrer ao Judiciário, requerendo a desocupação, com alegações que podem ou não ser acatadas pelo juiz.

Mais adiante a nota oficial faz estremecer as estruturas do Direito. Não é pra menos, tão burlescas,
pueris e risíveis que as alegações são justificadas:

"As sugestões foram apresentadas de forma emergencial, pois a determinação do Ministério Público estipulou um prazo para a desocupação, não cabendo recurso. A Administração Municipal esclarece, uma vez mais, que não trata-se de uma medida adotada pelo Governo, e sim do cumprimento de uma ordem do MP-BA".

Somente com a decisão judicial firmada, podendo ser em caráter liminar, é que a ordem de desocupação pode ser cumprida. Caso contrário, estarão "rasgando" a Constituição Federal e ferindo de morte o Estado Democrático de Direito, que assegura a qualquer cidadão o direito ao contraditório.

GREVE DE FOME

A voz da resistência vem do artesão goiano Ricardo Moraes da Silva, que entrou em greve de fome em protesto contra a intenção da CDL e Prefeitura em retirar os hippies da Praça 9 de Novembro. "Miha greve vai durar até que a Prefeitura nos convoque para uma conversa", disse. 

Ele sustenta a decisão de não aceitar algumas propostas da Prefeitura, como fixação dos pontos de vendas das artes na Praça Sá Barreto ou Mercado do Bairro Brasil. " O centro da cidade tem outros lugares bons, por isso não aceitamos estes que nos ofereceram, pois o fluxo de pessoas é pequeno. Não se pode tomar certas medidas sem consultar a gente”.

CDL EMITE NOTA DEPOIS DE REPERCUSSÃO NEGATIVA

Segundo a CDL, a solicitação de providências encaminhada ao MP sobre a aglomeração de artesãos que se fixaram em caráter permanente na Praça 9 de Novembro é um apelo antigo dos lojistas.

“Apesar de a CDL de Vitória da Conquista sempre ter reconhecido a importância da atividade artesanal desenvolvida no município, tanto do ponto de vista econômico quanto cultural, determinadas atitudes de alguns artesãos que se instalaram de forma permanente na Praça 9 de Novembro tem prejudicado diretamente o comércio local”, diz a nota, acrescentando que “não é objetivo da CDL de Vitória da Conquista, dificultar o acesso a bens e espaços públicos por quem quer que seja, ou mesmo obstruir a atividade econômica dos artesãos”.

A nota afirma ainda que a CDL foi quem sugeriu que os artesãos fossem acomodados em local apropriado “a fim de proporcionar maior visibilidade à arte”. Diz também que “considerando a complexidade da situação, também sugeriu que o Poder Público Municipal, por suas Secretarias, tanto de Serviços Públicos quanto de Saúde, fizessem as análises necessárias, a fim de que todos os direitos fossem preservados”.

E conclui afirmando que “em nenhum momento incitou preconceitos ou discriminações aos artesãos, já que sempre pautou suas condutas no respeito mútuo, transparência e legalidade, inclusive, reconhecendo os direitos de cada autor social”.

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