PREVISÃO DO TEMPO

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

UTILIDADE PÚBLICA - Coelba alerta para cuidados com a iluminação de Natal

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Hora de pensar na decoração de Natal. Nas lojas, ruas e residências, as
lâmpadas coloridas e efeitos luminosos começam a dar à cidade o clima da festa
cristã, comemorada nos quatro cantos do planeta. Artigos de iluminação para
fachadas de imóveis e ambientes internos são os enfeites mais procurados e
comercializados nesta época do ano. Novo ou reaproveitado de anos anteriores, o tradicional pisca-pisca requer atenção especial. 
Para prevenir acidentes, a Coelba, empresa do Grupo Neoenergia, alerta para cuidados importantes ao adquirir, instalar e manusear a decoração luminosa.

Os cuidados devem começar já na escolha dos produtos. Os adornos devem ser
de boa qualidade e, obrigatoriamente, certificados pelo Inmetro. As embalagens dos enfeites com lâmpadas devem conter informações como potência, tensão de alimentação  e instruções de uso. No caso das árvores de Natal, é importante procurar pela etiqueta “Resistente ao Fogo”. Essa medida preventiva pode evitar um incêndio, na eventualidade de um curto-circuito.

No caso dos enfeites luminosos, a informação sobre a potência do produto,
dada em watts (W) e contida na embalagem, merece atenção, pois quanto
maior a potência maior também será o consumo de energia. 

Um conjunto padrão de 100 micro-lâmpadas, com 50 W de potência, consome 16,5
kWh/mês, se ligado por 11 horas diárias. Neste caso, a dica é reduzir o tempo
de uso. Se forem ligadas por 5 horas, das 19h à meia-noite, o consumo dessas
lâmpadas cai para 7,5 kWh/mês. Outra opção de economia é dar preferência às
lâmpadas de LED, que são mais eficientes, brilhantes e com maior durabilidade
que as convencionais. O hábito consciente de consumo evita desperdícios e
proporciona economia na conta de energia.

Antes de decorar a residência, é aconselhável também fazer uma revisão nas
instalações elétricas, com um eletricista capacitado. Atenção também para fios
desencapados, com a parte metálica aparente. A capa de proteção evita
choques e fuga da corrente elétrica. E as precauções não param por aí. Também
é importante verificar as condições do material que será instalado: aquele pisca-
pisca comprado em anos anteriores pode ter sofrido algum tipo de  desgaste.

A Coelba alerta ainda que o uso de várias ligações em uma mesma tomada,
através do chamado “T” (benjamins), pode provocar aquecimento e curto-
circuito e dessa forma interromper o fornecimento de energia elétrica. Se o
incidente ocorrer próximo a materiais inflamáveis (cortina de tecido, papelão,
fibras, isopor e etc.), pode provocar incêndio. Além dos riscos, o aquecimento
da tomada também gera perda de energia e por conseqüência o aumento na
fatura.

Outra dica é quanto à montagem da árvore. É importante evitar o uso de luzes
elétricas e piscas decorativas em estruturas de metal. Elas podem conduzir
energia e provocar choques  elétricos. As luzes não devem estar próximas de
enfeites produzidos com papel ou cartolina. Ao manusear a instalação natalina é
preciso certificar-se ainda de que ela está inteiramente desconectada das fontes
de alimentação de energia. Os equipamentos só devem ser ligados depois que a
montagem estiver concluída. Após isso, deve-se evitar tocar na fiação ou
substituir lâmpadas queimadas.

Recomenda-se cuidado redobrado ao usar pisca-pisca em áreas externas das
residências, pois pode agravar os riscos de acidentes. Por estar mais vulnerável
ao calor e à chuva, há mais riscos de choque elétrico e curto-circuito. A ação do
tempo pode ressecar a fiação e a presença de água potencializa os efeitos da
condução da corrente elétrica pelo corpo humano. Em hipótese alguma, a
iluminação deve ser feita por crianças ou pessoas inabilitadas. O serviço deve
ser realizado por um profissional capacitado, evitando, dessa forma, o risco de
acidentes, além da possibilidade de quedas das escadas. 
O consumidor deve lembrar ainda que a decoração desperta a atenção das
crianças que tendem, naturalmente, a querer tocar nos enfeites. Importante
também não se esquecer de desligar toda a decoração elétrica ao sair de casa.
Outra recomendação é não instalar objetos decorativos próximos à rede de
distribuição de energia.

  Principais dicas:

 Certifique-se de que o material comprado é atestado pelo Inmetro.
 Faça revisão dos fios decorativos e piscas antes da instalação,
principalmente se for reaproveitar o material do ano anterior.
 Ao comprar uma árvore procure a etiqueta “resistente ao fogo”.
 Não utilize enfeites de papel em árvores com iluminação elétrica.
 Desligue os aparelhos e enfeites de Natal ao sair de casa ou na hora de
dormir. Esta prática evita acidentes e o consumo desnecessário de energia.

 Nunca desligue aparelhos elétricos puxando pelo cabo ou fiação. Para
desligá-lo da tomada, utilize o plugue.
 Prefira enfeites de lâmpadas LED, pois são mais econômicos.
 Dê preferência aos enfeites impermeáveis, pois são mais seguros, têm maior
durabilidade e podem ser reaproveitados nos próximos anos.
 Evite deixar a instalação em área sujeita a chuva ou alagamento.
 Mantenha a fiação fora do alcance das crianças.
 Não instale o conjunto de lâmpadas em estrutura metálica.
 Siga corretamente as instruções do fabricante do produto.
 Não ligue as luzes em extensões e benjamins (“T”).
 Não faça ligações clandestinas de energia para a iluminação natalina. Além
de sobrecarregar o sistema, elas representam risco de curto-circuito,
acidentes graves e é crime previsto no Código Penal Brasileiro.

Sobre a Coelba 

A Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), empresa do Grupo
Neoenergia, é a terceira maior distribuidora de energia elétrica do país em
número de clientes e a sexta em volume de energia fornecida, sendo a maior do
Norte-Nordeste. Presente em 415 dos 417 municípios baianos, a Coelba tem
uma área de concessão de 563 mil quilômetros quadrados. A empresa tem 5,9
milhões de clientes (mais de 15 milhões de habitantes).

Um crime, duas hipóteses; polícia começa a investigar motivações da morte de adolescente em Conquista

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Jussara Novaes (Sudoeste Digital) -A polícia de Conquista, a 509 km de Salvador, ainda não divulgou oficialmente as linhas de investigação sobre a morte da estudante Letícia Rocha, 16 anos, assassinada a tiros na tarde desta quinta-feira, 16, no Bairro Brasil, zona oeste da cidade. Fontes ligadas aos investigadores, no entanto, apontam como crime passional ou envolvimento com tráfico de drogas.

Pessoas afirmam que o namorado dela teria sido preso ontem, 15, pela Rondesp, após denúncia anônima. A prisão foi feita pelo 3º Pelotão da Rondesp Sudoeste, no bairro Conveima. Os nomes não foram divulgados, mas seriam dois rapazes em posse de 23 papelotes de uma substância análoga à cocaína, R$ 331,40  em dinheiro, além de 5 Smartphone.
Amigos próximos da vítima e parentes serão ouvidos pela polícia, que também vai requisitar aparelho de telefone, tablet, computador ou notebook - caso estejam disponíveis. Segundo testemunhas, a vítima estava numa casa quando quatro homens a chamaram pelo nome e ordenaram que ela seguisse até a Travessa Boa Vontede, cruzamento com a Avenida Guanambi. Com a sua aproximação, um deles atirou várias vezes no rosto e no tórax da estudante, fugindo em seguida com os comparsas. Aguardem mais informações.

Instalador de película preso com drogas, armas e dinamites na “OPERAÇÃO FUMÊ”


ITAPETINGA - Na manhã de hoje, a partir da prisão de JUDSON SANTOS OLIVEIRA, conhecido como “LEOZINHO DA PELÍCULA” realizada pela Polícia Militar, pelo fato do mesmo ter praticado uma tentativa de roubo de posse de um revólver marca Rossi, calibre .357, a Polícia Civil desencadeou a Operação Fumê. Judson foi reconhecido pelas vítimas e preso com a arma de fogo no interior do seu veículo.

A Polícia Civil por intermédio da 21a Coorpin-Itapetinga, deflagrou a operação batizada de Fumê, realizando incursões no bairro Quintas do Morumbi, apreendendo na residência do investigado 11 explosivos na forma de emulsão gel, aproximadamente 05kg de maconha, 4gramas de cocaína, 01 balança de precisão, 14 munições intactas calibre .357, 12 munições intactas calibre .38, 01 espingarda marca Puma calibre .38, 04 vasos com maconha plantada e a quantia de R$ 1.121,00. Ressalte-se que o conduzido é suspeito da Morte de Marcos Santos Bispo ocorrido em 06/07/2017, desta forma a arma aprendida será submetida a exame de microcomparação balística com o projétil extraído da vítima. Também será investigado a origem dos explosivos apreendidos, que comumente são utilizados em explosões a caixas eletrônicos.

Fonte: DPC Roberto Júnior

terça-feira, 14 de novembro de 2017

MACARANI - Adolescente de 16 anos é suspeito de matar empresário; polícia elucidou o crime


Policiais civis da 21ª Coorpin, comandados pelo Coordenador Regional Roberto Júnior, elucidaram o homicídio em que foi vítima o comerciante Adriano de Souza Brito, conhecido por Pôla, cujo crime aconteceu no domingo (12 de novembro), em Macarani, distante 140 km de Vitória da Conquista. Um adolescente, de 16 anos, foi apreendido e duas testemunhas localizadas no curso da investigação forneceram detalhes do fato para os delegados Irineu Andrade, Titular de Itapetinga, e Marcelo Cavalcanti, substituto de Macarani. Desde o dia da morte de Pôla que esforços foram empreendidos no sentido de prender o autor, com vários policiais civis nas ruas. As investigações continuam em torno do caso, mas a Polícia Civil tem certeza que o adolescente infrator executou Pôla por vingança. A vítima é suspeita de ser um dos partícipes da morte de Gabriel Reis Carvalho, de 18 anos, ocorrida na noite de 09 novembro, quinta-feira, ou seja, três dias antes, também em Macarani.

CHAVES DO DESCASO



É de se lamentar que o governo do Estado se valha do nome do saudoso jurista Nilton Gonçalves para protagonizar tamanha desfaçatez e infeliz coincidência imoral, ao manter aberto um presídio que empresta o seu nome - onde estão encarceradas pessoas em conflito penal com a sociedade - e, sem qualquer motivo, sentenciar o fechamento de uma escola, com o mesmo nome. Nessa inversão de valores, o nosso governo tranca escola e abre presídio, quando o mais coerente deveria ser o contrário. Triste Bahia!

- Celino Souza, jornalista e concursado federal.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Final do Campeonato Suburbano movimenta semana esportiva em Itapetinga; Corinthians x São Francisco medem forças


O ROLO COMPRESSOR DO FUTEBOL SUBURBANO DA CIDADE TEM FINAL DOMINGO. Assim começa a chamada para a decisão entre São Francisco e Corinthians, a partir das 9 horas, em Itapetinga, sudoeste do Estado.  Segundo o organizador do evento, o desportista Ferreirinha, a decisão deve atrair público recorde no campo "Edilson Lima, no Bairro Primavera.
O torneio, em homenagem ao falecido desportista Deusdete Castro Alves (Tavo)
Nomes conhecidos do público itapetinguense como Lupita, Miller, Robert, Gabriel, Marcelo, Barreto, Luciano, Uillian, Elder, Manoel, Jucélio, Mariano e Clevesson defenderão o São Francisco. Na defesa do título pelo Corinthians estão Romário, Gilvan, Benevaldo, Judson, João, Victor, Carlos, Luiz, Daniel, Gilson, Inha, Nego, Alex, Pet, Fábio, Victor, Baiano e Meneguel.


O torneio, em homenagem ao falecido desportista Deusdete Castro Alves (Tavo), teve a participação de oito clubes: Primavera, Boka Junior, CRB, Barcelona, Nacional, Gêneses, Sao Francisco e Corinthians. "A copa foi um sucesso total,com recorde de publico. A comissão organizadora está satisfeita com o rendimento das equipes e a satisfação do torcedor aos domingos", comentou Ferreirinha.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Enem 2017: Tema da redação foi recado da banca, avalia professor

Estudantes aproveitam minutos antes do início da prova do ENEM para estudar, em frente aos portões da Uninove, campus Barra Funda
Considerado um tema inesperado, a proposta de redação da edição de 2017 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode ter sido um “recado da banca” que formulou a prova. Esta é a avaliação que o professor Sérgio Paganim, supervisor de Português do Anglo Vestibulares, faz pouco mais de 24 horas após a revelação de que os seis milhões de candidatos que se inscreveram na prova precisariam dissertar sobre a educação de pessoas surdas no Brasil.
Para Paganim, ao escolher um tema considerado inesperado, o Enem dribla os esforços de adivinhação da proposta e preparação prévia e praticamente garante que os candidatos precisem elaborar uma redação a partir dos textos que integram a coletânea. “Prova de redação não é imaginar o tema antes. É avaliar a competência de ler os textos e pensar em uma argumentação a partir do tema da forma como foi posto naquele momento”, argumenta. “Passa a ser uma prova de leitura que precede a prova de escrita.”
O professor ressaltou que a frase-tema escolhida pelo Instituto Nacional de Educação e Pesquisas (Inep), órgão do Ministério da Educação que elabora o exame – “os desafios para a formação educacional de surdos no Brasil” – , são a maior evidência de que existia a expectativa de um uso maior dos textos da coletânea. “Olhe essa frase-tema. Se só ela for observada como foi divulgado no primeiro momento, o tema dá receio porque são expressões muito amplas, mas esses ‘desafios’ citados estão delineados nos textos. Ler bem era o passe para fazer uma boa redação.”
Ao todo, são quatro os conteúdos oferecidos aos candidatos para auxiliar na elaboração da redação. Paganim ressalta a questão em torno de “que tipo” de educação deve ser oferecida às pessoas surdas: devem ser ensinadas em escolas especiais, escolas comuns com adaptação ou, ainda, a possibilidade intermediária, classes exclusivas dentro de escolas comuns?

Questões

Para o supervisor de Português do Anglo Vestibulares, as quarenta questões em português da área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias proporcionaram uma prova com potencial de fazer uma “boa seleção” dos candidatos. O professor avalia que esse deve ser o resultado da opção do Enem de ter mais questões sobre artes, com interpretações de pelas publicitárias ou com metalinguagem – textos que também envolvem reflexões sobre o ato de escrever.
O efeito dessa escolha da banca que elaborou o exame teria sido um equilíbrio: interpretar obras de arte e referências à escrita são mais difíceis, enquanto depreender conceitos a partir de peças de publicidade acontece com mais tranquilidade. Assim, permitiram tanto que candidatos com repertório cultural se sobressaíssem ao mesmo tempo em que não puniriam excessivamente, avalia o professor, aquele estudante que não está no mesmo patamar de referências, mas se dedicou à leitura e interpretação dos textos e imagens.
No domingo, 5, os estudantes responderam a 90 questões de múltipla escolha nas áreas de Linguagens e Códigos e de Ciências Humanas, além de elaborarem a redação. No próximo domingo, dia 12, será a vez das provas de Ciências da Natureza e de Matemática.
REDAÇÃO DO ENEM 2017: TEMA TEM ERRO PRIMÁRIO DE PÚBLICO-ALVO

A redação do tema, tal como divulgada pelo INEP, volta-se claramente não ao público do Ensino Médio, mas para os profissionais responsáveis pela formulação de políticas, teorias e práticas relacionadas à educação de pessoas surdas ou com déficits auditivos severos - noutras palavras, volta-se para os agentes públicos e para pedagogos. Concordo com o professor Jeosafá, que foi da equipe do primeiro ENEM, em 1998, e membro da banca de redação desse Exame em anos posteriores

Em que pese a pertinência da escolha, o tema da redação do ENEM 2017 ofereceu aos jovens candidatos egressos do Ensino Médio dificuldades que não lhes dizem respeito. Isso porque o tema não é a inclusão de surdos ou do portador de deficiência auditiva severa , nem a necessidade de respeito à pessoa humana com limitações seja de que ordem for. O tema, explicitamente, é "Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil."

Os textos de estímulos oferecidos, que envolveram legislação e informações do INEP, não resolvem o problema de equívoco de público-alvo cometido na redação da temática divulgada ainda durante a aplicação do Exame (insisto, o tema volta-se a educadores, pedagogos, professores, profissionais da educação com nível Superior e gestores do sistema, não a estudantes do Ensino Médio entre 16 e 18 anos em sua maioria).

Forçado a propor intervenções para um tema voltado a um público específico (gestores e pedagogos), a tendência do candidato não especialista será, em relação ao tema tal como proposto, tangenciá-lo - e quando o fizer estará correto, pois não cabe a um estudante de Ensino Médio dominar teorias pedagógicas que lhe proporcionem condições de apresentar propostas de intervenção concretas, que sequer estão no horizonte de pedagogos e agentes governamentais atuais. Aliás, quantos estudantes de pedagogia de nossas melhores universidades estariam em condições tratar desse tema tão específico? Aliás, desafio o ministro da educação a redigir esta redação, sem consulta, neste exato momento. Veremos como ele se sai - qual seria sua nota? Aliás, pergunta meu amigo Plínio de Mesquita: "Teriam sido os alunos das escolas privadas amigas da atual gestão do MEC pegos de surpresa"? Noutras palavras, o direcionamento (proibido em concursos públicos) do tema favoreceu quem?

Sem saber o que fazer com a educação brasileira e menos ainda com a educação para surdos, com medo do MBL e da famigerada Escola Sem Partido, o INEP e o MEC atiram os jovens candidatos do ENEM aos leões, para ver se dessa massa de 6,7 milhões de jovens candidatos extraem luzes que iluminem as cabeças vazias e mal intencionadas que hoje dirigem os mesmos INEP, MEC e governo Temer. Obrigado a realizar esta edição do ENEM também em LIBRAS, INEP, MEC e Governo Temer tiram o corpo de sua responsabilidade e a delegam para jovens, que não têm nada a ver com a péssima qualidade da atual gestão do MEC que, fruto de um golpe de Estado, não consegue dar uma dentro, mesmo quando tenta "fazer média" com a sociedade.

O que ocorrerá na banca de correção do ENEM, em face do tema técnico de nível superior da área de educação mal redigido, é que o critério de pertinência temática terá de ser relativizado, melhor seria dizer afrouxado (melhor para os candidatos), caso contrário uma massa imensa de redações terá pontuação, nesse quesito, muito abaixo da média, puxando a média histórica do Exame, com certeza, para seu pior índice desde que o ENEM foi instituído em 1998. A expressão "formação educacional", em particular, terá de ser considerada com extrema larguesa, pois estudantes de Ensino Médio simplesmente não tem a menor obrigação de dominar as especificidades relativas à pedagogia voltada para surdos, principalmente quando a própria gestão atual do MEC tem tão pouco a dizer sobre esse assunto.

DESTAQUE

UTILIDADE PÚBLICA - Coelba alerta para cuidados com a iluminação de Natal

Hora de pensar na decoração de Natal. Nas lojas, ruas e residências, as lâmpadas coloridas e efeitos luminosos começam a dar à cidade o...

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